quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

MESMO QUANDO PARECE DIFÍCIL, DEUS ESTÁ AGINDO! = Even when it seems difficult, God is at work!

 


MESMO QUANDO PARECE DIFÍCIL, DEUS ESTÁ AGINDO!

Êxodo 7:8–13 (NTLH)

 

Você já teve a sensação de que, mesmo obedecendo a Deus, as circunstâncias continuam resistindo?
Tudo parece um grande tumulto, a oposição se levanta e, por alguns instantes, chega a parecer que ela vai vencer.

 

Estamos caminhando juntos na Caminhada Bíblica 2026, lendo um capítulo da Bíblia por dia. Hoje, nossa leitura é Êxodo capítulo 7, um texto que nos ensina verdades profundas sobre obediência, resistência e o poder soberano de Deus.

 

Moisés e Arão vão mais uma vez à presença de Faraó, clamando pela libertação do povo. No entanto, Faraó permanece resistente. Diante dessa situação, o Senhor orienta claramente Seus servos:

“O Senhor Deus disse a Moisés e a Arão: — Se o rei do Egito mandar que vocês façam um milagre, você, Moisés, dirá a Arão que pegue o bastão e o jogue no chão na frente do rei. O bastão virará uma cobra.”
(Êxodo 7:8–9 – NTLH)

 

Deus estava deixando claro que aquela missão não era humana. Faraó exigia provas, mas o Senhor mostraria que ninguém pode resistir ao Seu poder. Não se tratava de convencer o rei, mas de revelar quem é o Deus verdadeiro.

 

O milagre nasce da obediência

Ao chegarem diante de Faraó, Arão faz exatamente o que o Senhor havia ordenado:

“Arão jogou o bastão diante do rei e dos seus funcionários, e o bastão virou uma cobra.”
(Êxodo 7:10 – NTLH)

Aqui aprendemos uma lição essencial para a nossa caminhada espiritual:
👉 o milagre não nasce da nossa ousadia, mas da obediência à voz de Deus.

Quando Deus manda, nossa parte é obedecer. O agir sobrenatural pertence a Ele.

 

Nem tudo que é sobrenatural vem de Deus

O texto continua nos mostrando algo importante. Faraó chama seus sábios e mágicos, e eles também realizam sinais semelhantes:

“Cada um deles jogou a sua vara de mágico no chão, e elas viraram cobras.”
(Êxodo 7:12a – NTLH)

Isso nos ensina que nem tudo que é sobrenatural vem de Deus. Nem toda manifestação impressionante é sinal da presença do Senhor. Por isso, precisamos de discernimento espiritual.

 

O poder de Deus sempre prevalece

O ponto alto dessa narrativa revela a supremacia do Senhor:

“Porém o bastão de Arão engoliu as varas de mágico deles.”
(Êxodo 7:12b – NTLH)

Essa cena comunica uma verdade eterna:
👉 o poder de Deus é superior a qualquer outro poder.
Ele não compete. Ele prevalece.

 

Milagres não mudam corações endurecidos

Mesmo diante desse sinal tão claro, o texto conclui dizendo:

“No entanto, como o Senhor tinha dito, o rei continuou teimando.”
(Êxodo 7:13 – NTLH)

Isso nos mostra que milagres não transformam corações que não querem se render a Deus. Porém, também aprendemos algo precioso: a obediência de Moisés e Arão nunca foi em vão. Eles cumpriram a vontade do Senhor, independentemente da resposta de Faraó.

 

Aplicação para a nossa vida

A lição para o nosso dia é clara:
— Seja obediente ao Senhor.
— Confie no agir de Deus, mesmo quando há resistência.
— Deposite sua fé e sua esperança no Deus eterno e Todo-Poderoso.

Mesmo quando parece difícil, Deus está agindo.
Mesmo quando há oposição, o poder do Senhor prevalece.

Que as bênçãos do Senhor sejam grandiosas sobre a sua vida e sobre a sua família, em Cristo Jesus.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor


terça-feira, 6 de janeiro de 2026

QUANDO A DOR NOS IMPEDE DE VER O AGIR DE DEUS - WHEN PAIN PREVENTS US FROM SEEING GOD'S WORK

 


QUANDO A DOR NOS IMPEDE DE VER O AGIR DE DEUS

Êxodo 6 (NTLH)

 

Você já viveu um momento em que a dor foi tão intensa que parecia impossível acreditar que Deus ainda estava agindo?
Ou talvez tenha obedecido à direção de Deus, caminhado pela fé, e mesmo assim tudo pareceu dar errado?

 

Ao chegarmos ao capítulo 6 do livro de Êxodo, somos convidados a refletir exatamente sobre esse tipo de experiência. Temos acompanhado, dia após dia, o agir de Deus na vida de Moisés e do povo de Israel, e esse capítulo se torna um divisor de águas na caminhada do líder e da nação.

 

No capítulo anterior, Êxodo 5, encontramos Moisés profundamente abatido, derramando diante do Senhor a sua dor, frustração e perplexidade:

“Ó Senhor Deus, por que fizeste tanto mal a este povo? Por que me enviaste? Desde que fui falar com o rei do Egito em teu nome, ele tem feito mal a este povo, e tu não fizeste nada para salvá-lo.”
(Êxodo 5:22–23 – NTLH)

 

O capítulo 5 termina com a pressão aumentando: o sofrimento do povo se intensifica, a liderança é questionada e tudo parece caminhar para o fracasso. Mas a história não termina ali — nem a de Moisés, nem a nossa.

 

A resposta de Deus no meio da dor

O capítulo 6 começa com uma declaração poderosa do Senhor:

“Agora você verá o que vou fazer com o rei do Egito.”
(Êxodo 6:1a – NTLH)

Deus estava dizendo a Moisés, em outras palavras: “Eu continuo no controle. A dor não interrompe os meus planos.”

Em seguida, o Senhor reafirma Sua identidade e autoridade:

“Eu sou o Senhor.”
(Êxodo 6:2 – NTLH)

 

Essa afirmação não é apenas um nome; é uma garantia. Deus está lembrando a Moisés — e também a nós — que o controle da história continua em Suas mãos. Mesmo quando não conseguimos perceber, Deus está agindo, falando e conduzindo cada detalhe.

 

Quando a dor bloqueia a nossa escuta

Apesar das promessas, o povo de Israel não conseguiu ouvir a mensagem de esperança. A Bíblia nos diz:

“Moisés falou assim com os israelitas, mas eles não quiseram ouvi-lo, pois estavam desanimados por causa da dureza da escravidão.”
(Êxodo 6:9 – NTLH)

 

A dor era real. O sofrimento era profundo. Não se trata de minimizar a aflição do povo, mas de reconhecer uma verdade espiritual importante: quando estamos excessivamente focados na dor, podemos perder a sensibilidade para ouvir a voz de Deus.

 

Deus estava falando, prometendo libertação, reafirmando Sua aliança — mas o cansaço, o desânimo e a opressão bloquearam a escuta do coração.

 

Deus continua fiel, mesmo quando não percebemos

Ainda assim, o Senhor não desistiu do Seu povo. Ele ouviu o gemido de Israel, lembrou-se da Sua aliança e começou a preparar, no tempo certo, a libertação (cf. Êxodo 6:5–8 – NTLH).

 

Essa é uma verdade que precisa ser guardada no coração:
mesmo quando a dor nos impede de ver a glória de Deus, Ele continua fiel às Suas promessas.

Por isso:

  • Descanse no Senhor;
  • Converse com Deus, mesmo quando faltar forças;
  • Preserve sua intimidade com Ele;
  • Não permita que as dores da vida apaguem o brilho da graça e da misericórdia de Deus sobre você.

 

Que o seu dia seja maravilhoso na presença do Senhor, e que, mesmo em meio às lutas, você consiga confiar naquele que nunca perde o controle da história.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

QUANDO PARECE QUE DEUS NOS ABANDONOU - WHEN IT SEEMS LIKE GOD HAS ABANDONED US

 


QUANDO PARECE QUE DEUS NOS ABANDONOU

Êxodo 5

 

Você já obedeceu a Deus e, mesmo assim, parece que as coisas só pioraram?
Ou talvez você tenha feito tudo para cuidar de pessoas, servir com dedicação, e o reconhecimento nunca chegou?

Se você já se sentiu assim, quero te convidar a permanecer comigo até o final desta reflexão. Hoje, quero chamar a sua atenção para aqueles momentos em que parece que fomos abandonados por Deus, quando temos a sensação de que fazer tudo certo não está nos levando a lugar algum.

 

Estamos no capítulo 5 do livro de Êxodo, dentro da Caminhada Bíblica 2026, acompanhando a trajetória de Moisés. Ele havia recebido um chamado claro do Senhor: voltar ao Egito, falar com o faraó e ser o instrumento de Deus para a libertação do povo de Israel.

 

Moisés obedece. Ele vai ao faraó, fala com o povo, apresenta-se como enviado de Deus para aquele momento decisivo da história. No entanto, ao invés de melhora, a situação se agrava. A opressão aumenta, o sofrimento se intensifica e a pressão sobre o povo cresce.

Diante desse cenário, Moisés faz aquilo que todo servo de Deus deve fazer: ele vai conversar com o Senhor. Afinal, a obra é de Deus, e é com Ele que precisamos falar.

 

“Então Moisés falou outra vez com Deus, o Senhor. Ele disse:
— Ó Senhor, por que tratas tão mal este povo? Por que me mandaste para cá? Pois desde que vim falar em teu nome com o rei do Egito, ele tem maltratado este povo. E tu não fizeste nada para ajudá-lo.”
(Êxodo 5:22–23 – NTLH)

 

Que palavras fortes! Que coragem! Que ousadia!
Mas, acima de tudo, que sinceridade.

Moisés abre o coração diante de Deus. Ele não esconde sua dor, sua frustração nem sua angústia. E isso é algo que vemos também em outros personagens bíblicos, como Davi, que muitas vezes derramou sua alma diante do Senhor em salmos cheios de verdade.

 

E você?
Você tem tido coragem de ser sincero com Deus?
De abrir o seu coração e falar sobre aquilo que você não entende?
Sobre sentimentos de solidão, aflição, cansaço ou angústia?

 

Deus não se assusta com a nossa sinceridade.

 

Moisés estava obedecendo ao chamado do Senhor, mas, assim como nós no século XXI, ele também esperava resultados mais rápidos. No entanto, precisamos lembrar que o tempo de Deus não é o nosso tempo. Enquanto nós ansiamos por respostas imediatas, Deus continua agindo no tempo perfeito.

 

Muitas vezes, Deus trabalha no silêncio. Enquanto estamos angustiados, clamando e até questionando, o Senhor continua operando. Ele não para. O próprio Jesus afirmou:

“O meu Pai trabalha até hoje.”

Deus não trabalhou apenas na criação; Ele continua trabalhando na minha vida e na sua.

A pressão aumentou, Moisés ficou angustiado, os problemas se multiplicaram. E quando chegamos ao capítulo 5 de Êxodo, pode parecer que tudo está perdido. Mas eu quero te lembrar de algo muito importante:

👉 O livro de Êxodo não termina no capítulo 5.
👉 A história de Moisés não termina no capítulo 5.
👉 A história do povo de Deus não termina no capítulo 5.
👉 E a sua história também não termina aqui.

 

A obediência gera intimidade.
A obediência nos mantém na presença de Deus.
Obedecer ao Senhor é confiar que Ele está cuidando da nossa vida, da nossa história e do nosso futuro.

Por isso, aprendamos com Moisés: sejamos honestos diante de Deus. Falemos com Ele. Abramos o nosso coração. E, se hoje você se sente sozinho ou abandonado, lembre-se: Deus continua presente, mesmo quando parece estar em silêncio.

 

Muita coisa ainda vem pela frente. Assim foi na vida de Moisés, assim foi na história de Israel, e assim também será na sua vida.

 

A libertação do Senhor e o Seu cuidado estão presentes a todo instante.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor



domingo, 4 de janeiro de 2026

OLHANDO PARA DEUS, NÃO PARA AS MINHAS LIMITAÇÕES! Êxodo 4 - Look to God, not to my limitations! Exodus 4

 


OLHANDO PARA DEUS, NÃO PARA AS MINHAS LIMITAÇÕES!

Êxodo 4

 

Você já se sentiu incapaz de realizar algo que Deus colocou no seu coração?
Já pensou em responder ao Senhor dizendo: “Eu não sei fazer isso. Eu não sei falar direito. Eu não sou a pessoa certa. Escolha outra pessoa.”

Essa reação não é nova. Ela aparece claramente na história de Moisés.
E, muitas vezes, o comportamento de Moisés se repete na nossa própria caminhada.

Afinal, as missões que Deus confia em nossas mãos são grandiosas demais para serem realizadas apenas com a nossa força. Por isso, precisamos compreender uma verdade fundamental: Deus não está olhando para a nossa capacidade, mas para a nossa disponibilidade.

 

Deus não chama pessoas perfeitas; Ele chama pessoas que estejam dispostas a caminhar em intimidade com Ele.

 

O chamado de Deus não é baseado em talentos naturais, mas na disposição do coração em obedecer e confiar.

No capítulo 4 do livro de Êxodo, Deus está dando a Moisés as últimas orientações sobre a missão: como retornar ao Egito, como falar com a liderança do povo de Israel e como se apresentar diante do faraó. Diante desse chamado, Moisés responde:

“Ó Senhor, eu nunca tive facilidade para falar… quando começo a falar, sempre me atrapalho”
(Êxodo 4:10)

 

Moisés estava olhando para as suas limitações, e não para o Deus que o estava chamando. Ele focou na sua fraqueza em vez de confiar na soberania do Senhor.

Então Deus responde com firmeza:

“Quem deu boca ao ser humano? Quem faz alguém falar ou ficar mudo? Quem lhe dá vista ou o torna cego? Não sou eu, o Senhor?”
(Êxodo 4:11)

 

Deus deixa claro que Ele é soberano sobre todas as coisas. Além disso, o Senhor reafirma Sua promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó, mostrando que Moisés não estava sozinho naquela missão.

Em seguida, Deus faz uma promessa direta e pessoal:

“Agora vá, pois eu o ajudarei a falar e lhe direi o que você deve dizer”
(Êxodo 4:12)

Mesmo assim, Moisés insiste:

“Ah, Senhor! Por favor, mande outra pessoa”
(Êxodo 4:13)

Nesse momento, o texto bíblico diz:

“Então o Senhor ficou irritado com Moisés”
(Êxodo 4:14)

 

Isso nos ensina que persistir na incredulidade pode nos afastar do propósito pleno de Deus. Ainda assim, o Senhor, em Sua graça, providencia uma solução e chama Arão para auxiliar Moisés. Deus mostra que, quando Ele chama, sempre há provisão e alternativas dentro do Seu plano.

Mais adiante, o capítulo termina com um resultado extraordinário:

“O povo acreditou; e, quando ouviram que o Senhor havia visitado os israelitas e visto o sofrimento deles, ajoelharam-se e adoraram”
(Êxodo 4:31)

 

Quando Deus envia, Ele confirma.
Quando Deus chama, Ele capacita.
Quando Deus conduz, o resultado é fé, transformação e adoração.

 

A Bíblia nos lembra:

“A fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”
(Hebreus 11:1)

Muitos dos milagres de Deus acontecem primeiro no invisível. Enquanto você caminha, Deus já está trabalhando.

Por isso, não despreze o seu chamado. Caminhe com o Senhor. Ele tem coisas grandiosas a realizar na sua vida e através da sua vida.

 

Que o seu dia seja ricamente abençoado na presença de Deus.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

sábado, 3 de janeiro de 2026

CHAMADOS PELO GRANDE “EU SOU” – UMA MISSÃO QUE TRANSFORMA HISTÓRIAS E VALORIZA PESSOAS (Êxodo 3) - CALLED BY THE GREAT “I AM” – A MISSION THAT TRANSFORMS STORIES AND VALUES PEOPLE (Exodus 3)

 


CHAMADOS PELO GRANDE

“EU SOU”

– UMA MISSÃO QUE TRANSFORMA HISTÓRIAS E VALORIZA PESSOAS.

(Êxodo 3)


Você consegue se lembrar de como foi a sua experiência de chamado por Deus?

Em algum momento da caminhada cristã, todos nós somos confrontados por essa pergunta. Como povo do Senhor, temos um chamado coletivo, mas cada pessoa também recebe de Deus uma missão pessoal, que faz parte de um plano muito maior.

 

No capítulo 3 do livro de Êxodo, somos apresentados a um dos relatos mais profundos das Escrituras: o chamado de Moisés. Esse texto nos revela não apenas o início de uma grande liderança, mas também a forma como Deus envolve homens e mulheres no cumprimento da Sua vontade.

 

Moisés havia fugido do Egito depois de tentar resolver, com a própria força, o sofrimento do seu povo. Agora, no deserto, ele leva uma vida simples, cuidando das ovelhas de seu sogro, Jetro. Longe dos palácios, longe da influência e do poder humano, Moisés parece esquecido. No entanto, é exatamente ali que Deus o encontra.

Enquanto pastoreava o rebanho, Moisés vê um arbusto em chamas que não se consumia. Ao se aproximar, ouve a voz do Senhor:

“Tire as sandálias dos pés, porque o lugar onde você está é terra santa.”
(Êxodo 3:5 – NTLH)

 

Antes de confiar uma missão tão grande, Deus ensina a Moisés que o chamado começa com reverência, obediência e sensibilidade espiritual. Onde Deus está presente, o lugar se torna santo.

O Senhor então revela o motivo do chamado:

“Eu vi como o meu povo está sofrendo no Egito e ouvi o seu grito de socorro. Eu sei o quanto eles estão sofrendo.”
(Êxodo 3:7 – NTLH)

 

Esse texto nos apresenta um Deus que vê, ouve e se importa. O chamado de Moisés nasce do coração compassivo de Deus, que decide agir para libertar o Seu povo:

“Por isso eu desci para libertá-los do poder dos egípcios e levá-los para uma terra boa e rica.”
(Êxodo 3:8 – NTLH)

 

Diante da grandeza da missão, Moisés se sente incapaz. Ele olha para suas limitações, para sua dificuldade de falar e para seus medos. Mas Deus responde com uma promessa que sustenta todo chamado verdadeiro:

“Eu estarei com você.”
(Êxodo 3:12 – NTLH)

 

Essa promessa nos ensina que a missão não depende da força humana, mas da presença de Deus. Ele não chama os mais capacitados; Ele capacita aqueles que chama.

Deus também orienta Moisés a reunir os líderes e caminhar com o povo, mostrando que a libertação seria uma obra coletiva. Ninguém caminharia sozinho. O projeto de Deus envolve pessoas, relacionamentos e cooperação.

 

 

A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NO PLANO DE DEUS Ao final do capítulo 3, encontramos um detalhe extremamente significativo e, muitas vezes, pouco enfatizado: a participação ativa das mulheres no cumprimento da missão. Deus não apenas planeja a libertação espiritual do povo, mas também cuida da provisão material para a caminhada no deserto.

O Senhor declara:

“Eu farei com que os egípcios tratem bem o meu povo. Assim, quando vocês saírem do Egito, não sairão de mãos vazias.”
(Êxodo 3:21 – NTLH)

E completa:

“Cada mulher pedirá à sua vizinha e àquela que estiver morando em sua casa objetos de prata, de ouro e roupas. Vocês os porão nos seus filhos e filhas.”
(Êxodo 3:22 – NTLH)

 

Esse texto revela algo poderoso: Deus confia às mulheres a responsabilidade da provisão. Elas seriam instrumentos diretos para que o povo não saísse do Egito empobrecido, mas sustentado para a jornada. As mulheres participam ativamente do plano de Deus, garantindo recursos, cuidado e preparo para o futuro.

Isso nos ensina que, no Reino de Deus, ninguém é coadjuvante. Homens e mulheres são chamados, capacitados e usados por Deus segundo Seus propósitos.

 

A missão não se cumpre apenas no púlpito ou na liderança visível, mas também na administração, na provisão, no cuidado e na obediência silenciosa.

Êxodo 3 nos mostra um Deus que chama líderes, mas que também valoriza e envolve mulheres no cumprimento da Sua vontade. O mesmo Deus que envia Moisés para confrontar Faraó é o Deus que usa mulheres para sustentar o povo durante a caminhada.

 

Esse capítulo nos desafia a refletir:

  • Onde Deus tem me chamado?
  • Tenho valorizado todas as pessoas que Deus usa na missão?
  • Estou disposto a obedecer, mesmo quando minha participação parece simples?

 

Que possamos continuar essa caminhada com o coração aberto, sensível à voz do Senhor, lendo, estudando e meditando na Sua Palavra. Que a nossa oração diária seja:

“Senhor, o que o Senhor quer me ensinar e como posso viver isso no meu dia a dia?”

Que Deus abençoe ricamente a sua vida.
Fique com Deus e vamos juntos continuar espalhando a Palavra do Senhor.

 

Cláudio Eduardo M Costa

Pastor


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

O PRÍNCIPE DO EGITO – UMA MISSÃO: DEUS CONDUZINDO A HISTÓRIA (Êxodo 2) - THE PRINCE OF EGYPT – A MISSION: GOD GUIDING HISTORY (Exodus 2)

 


O PRÍNCIPE DO EGITO – UMA MISSÃO: DEUS CONDUZINDO A HISTÓRIA

(Êxodo 2)

 

Chegamos ao segundo dia do ano de 2026.


— Como estão os seus projetos?

— E os seus sonhos?

— De que maneira você tem discernido o propósito de Deus para a sua vida neste novo ano?

 

Sabemos que o caminho inclui desafios e lutas, mas também vitórias, porque o Deus que promete é fiel para cumprir.

 

No capítulo 1 de Êxodo, encerramos a leitura com uma decisão cruel do faraó, rei do Egito: todos os meninos hebreus deveriam ser lançados no rio Nilo. O objetivo era enfraquecer o povo de Israel, pois ele crescia, se fortalecia e se tornava cada vez mais numeroso. A opressão aumentava, mas, paradoxalmente, quanto mais o povo era afligido, mais crescia e se fortalecia.

 

Agora, no capítulo 2, esse decreto já está em vigor. Crianças são lançadas ao rio para morrer afogadas ou serem devoradas pelos crocodilos do Nilo. A intenção era clara: eliminar os homens do povo de Deus.

Essa realidade nos faz refletir. Ainda hoje, o inimigo atua de maneira semelhante, tentando destruir a influência da família e do povo de Deus na sociedade. Contudo, o povo de Deus continua sendo chamado para fazer a diferença, pois é mais forte do que qualquer sistema contrário à vontade do Senhor.

 

O capítulo 2 de Êxodo começa com uma história simples, mas profundamente poderosa: um homem e uma mulher da tribo de Levi se casam. A mulher engravida e dá à luz um filho. O texto diz que ela viu que o menino era “muito bonito” e o escondeu por três meses.

 

Essa expressão “muito bonito” ecoa Gênesis 1, quando Deus contempla a sua criação e declara que tudo era muito bom. Não se trata apenas de beleza física, mas de propósito divino. Deus cria com intenção, com destino, com missão.

 

O nome da mãe de Moisés é Joquebede. Ao olhar para o seu filho, ela percebe que havia algo mais: Deus tinha um plano para aquela criança. No entanto, após três meses, já não era possível escondê-lo. O choro, os movimentos e a própria rotina tornaram isso inviável.

Chegou, então, o momento de uma decisão: obedecer ao decreto do rei ou confiar plenamente em Deus.

 

Joquebede prepara um cesto de junco, impermeabiliza-o e coloca o menino dentro, depositando-o no rio Nilo. Ao mesmo tempo, de forma extraordinária, a filha de faraó desce ao rio para se banhar. Ela vê o cesto, ouve o choro da criança e manda buscá-lo.

Ao abrir o cesto, algo acontece: ela não se encanta apenas com o bebê, mas é tocada pela graça de Deus. O texto diz que ela teve compaixão e reconheceu que se tratava de um menino israelita.

Nesse momento, Miriam, irmã de Moisés, se aproxima com sabedoria e pergunta se poderia chamar uma mulher hebreia para amamentar a criança. Deus estava conduzindo cada detalhe. A própria mãe de Moisés passa a cuidar do filho, agora sob proteção real.

 

Mesmo contrariando o decreto do faraó, a filha do rei não apenas preserva a vida de Moisés, mas o adota como filho. No versículo 10, ela lhe dá o nome de Moisés, dizendo: “Porque das águas o tirei”.

 

Moisés cresce no palácio do Egito, como príncipe, mas carrega dentro de si os valores e a identidade do povo de Deus. Ainda quando criança, recebeu fundamentos que jamais seriam apagados. Como diz a Escritura: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”

Já adulto, Moisés presencia um egípcio maltratando um hebreu. Impulsivamente, tenta resolver a situação com as próprias mãos e acaba matando o egípcio. Ao perceber que seu ato foi descoberto, sente medo e foge para a terra de Midiã.

 

Ali, sentado à beira de um poço, Moisés vê as filhas de Jetro sendo expulsas por pastores. Mais uma vez, o propósito de Deus se manifesta: Moisés se levanta, as defende e dá água aos seus rebanhos.

Esse gesto muda o rumo da sua história. Moisés é acolhido por Jetro, passa a viver em sua casa e se casa com Zípora. Eles têm um filho, a quem Moisés chama de Gérson, dizendo: “Sou peregrino em terra estrangeira.”

Ele compreendia que nem o Egito nem Midiã eram o seu destino final. O seu lugar era o centro da vontade de Deus, rumo à terra prometida.

 

O capítulo 2 termina com uma declaração poderosa: Deus viu a aflição do seu povo, ouviu o seu clamor e se compadeceu deles. A história não havia terminado — estava apenas começando.

 

Deus levanta pessoas para cumprir propósitos eternos. Ele cuida da sua criação e não tolera a crueldade contra aqueles que ama.

Que neste novo ano possamos confiar plenamente no cuidado do Senhor, na sua graça e na sua fidelidade. Que sigamos caminhando com Deus, aprofundando nossa intimidade com Ele por meio da Sua Palavra, certos de que Ele tem coisas grandiosas para realizar em nós e através de nós.

 

Que o seu dia seja ricamente abençoado em Cristo Jesus.

 

Cláudio Eduardo
Pastor

 

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

É PRECISO SAIR DO EGITO! - WE MUST LEAVE EGYPT! 📖 Exodus 1

 


É PRECISO SAIR DO EGITO!

📖 Êxodo 1

 

Chegamos a 2026, um presente de Deus. Um novo ano que nos oferece a oportunidade de agradecer ao Senhor por Suas bênçãos e, ao mesmo tempo, de sermos instrumentos de bênção na vida de outras pessoas. Afinal, é para isso que estamos aqui.

 

Iniciamos uma nova jornada: a Caminhada Bíblica 2026. Ao longo deste ano, dia após dia, 365 dias, estaremos lendo a Palavra do Senhor — um capítulo por dia — crescendo na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Começamos com o livro de Êxodo. A palavra “Êxodo” significa saída e narra o início da libertação do povo de Deus do Egito. O Egito não era o destino final. O Egito não é o nosso lugar.

 

Quando Jacó desceu ao Egito, ele foi com cerca de 70 pessoas. Êxodo 1:5 nos lembra que esse era o número dos descendentes diretos que chegaram ali. Porém, aquilo que começou pequeno tornou-se grandioso.

 

No capítulo 1, verso 7, lemos que os descendentes de Jacó cresceram, multiplicaram-se e se tornaram numerosos e fortes, espalhando-se por toda a terra do Egito. Antes estavam restritos à região de Gósen; agora, estavam por todo o país. Isso começou a incomodar os egípcios.

 

E aqui há uma lição importante: onde o povo de Deus está, ele incomoda. Incomoda não por violência, mas por testemunho. Incomoda porque carrega luz. Incomoda porque não se acomoda. O povo de Israel manteve sua identidade, sua fé, sua adoração e sua esperança no Deus eterno — o Deus que cria, promete e cumpre.

 

O crescimento do povo de Deus gerou medo no coração do faraó. Ele passou a enxergar os israelitas como uma ameaça. No verso 8, um novo rei se levanta no Egito e declara: “Vejam, o povo de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós.” A partir desse medo, o faraó começa a imaginar cenários de guerra e perda de poder.

Então surge uma estratégia perversa: oprimir, escravizar e destruir. O faraó decide tornar a morte dos inocentes algo “natural” e ordena às parteiras que matem os meninos hebreus ao nascerem. As parteiras, chamadas Sifrá e Puá, porém, temiam a Deus e não obedeceram à ordem do rei. Pelo contrário, preservaram a vida.

 

Mesmo sob opressão, mesmo diante da crueldade, Deus continuava agindo. O texto nos mostra que quanto mais os israelitas eram afligidos, mais cresciam e se multiplicavam. A vida deles se tornou amarga, foram tratados com dureza e obrigados a trabalhos pesados, mas a mão do Senhor estava sobre aquele povo.

 

Êxodo 1:12 declara algo extraordinário: quanto mais eram oprimidos, mais se multiplicavam. E no verso 21 vemos que o povo se tornou ainda mais forte.

 

Ao ler esse capítulo, lembramos da promessa feita a Abraão: “Você será pai de uma grande nação.” Deus estava cumprindo Sua promessa. E agora, Ele começaria o processo de retirar o povo do Egito e conduzi-lo rumo à terra prometida, Canaã.

Isso nos leva a refletir sobre nossa própria caminhada. O Egito não é o nosso lugar. Canaã representa a promessa, o propósito e a vontade de Deus. Mas, enquanto ainda estamos no “Egito”, somos chamados a incomodar — não com arrogância, mas com a luz de Cristo.

 

Independentemente das pressões, das dificuldades ou das amarguras, continuamos firmes, mantendo nossa identidade cristã, vivendo com ética, justiça e uma experiência constante com o Senhor.

 

Que 2026 seja um ano de novas perspectivas. Um ano de crescimento espiritual, de compromisso com a Palavra e de avanço na missão. Que escolhamos viver como o povo de Deus: fiéis, perseverantes e cheios de esperança.

Setenta chegaram ao Egito. Uma grande multidão se preparava para sair rumo à promessa.

 

Vamos nessa?

Que Deus abençoe o seu dia, o seu novo ano e que 2026 seja um ano de grandes vitórias para você e para toda a sua família.

 

Cláudio Eduardo
Pastor

OFERTAS QUE NASCEM DO CORAÇÃO! — Êxodo 25 — Offerings that come from the heart! — Exodus 25

  OFERTAS QUE NASCEM DO CORAÇÃO!   Êxodo 25   — Qual é o critério que você usa para ofertar? — Como Deus tem trabalhado na sua vida p...