Maria de Jesus,
Maria das Graças,
Maria das Dores,
Maria da Conceição,
Maria Auxiliadora,
Maria Madalena,
Maria Fernanda, Regina, Lúcia, Joana, Júlia,
Ou simplesmente: MARIA!
Marias que conheceram amores e desamores,
Alegrias e tristezas, dores e rancores;
Marias felizes e infelizes, abençoadas e agraciadas,
Marias vivas, lutadoras, desbravadoras.
Uma Maria é especial:
Foi escolhida para, em seu ventre, trazer
A encarnação do Senhor e Salvador.
Foi rejeitada na hora de dar à luz
E caminhou com seu Filho até a dolorosa cruz.
Uma coisa ela determinou:
“Façam tudo o que Ele lhes mandar.”
Deus não tem mãe, mas nos ensina:
“Honra teu pai e tua mãe.”
Quantas mães passam dias esperando...
Esperando carinho, compreensão
Ou simplesmente ouvir:
“Te amo, mamãe.”
Algumas Marias passaram por minha vida.
Uma se chamava Anna,
Trabalhadora, lutadora,
Avó paterna vencedora.
Outra era Isaura,
Alegre e abençoadora,
Avó materna, dona de muito carinho.
A Maria trouxe ao mundo o meu amor,
Sogra valente, mulher de grande valor.
Ela não tinha Maria em seu nome,
Lapso de quem o nome lhe deu,
Mas especial sempre foi.
Seu filho ao Senhor consagrou
E esperava que ele, um dia, fosse pastor.
Uma Bíblia lhe presenteou,
Para que aprendesse a seguir
O caminho do Senhor.
Anna, Isaura, Maria, Jurema...
Por suas vidas, in memoriam,
Louvado seja o Senhor.
Mas outras Marias presentes são do Senhor.
Uma companheira especial Deus me deu,
Filhas lindas, bênçãos do Senhor.
Mães que sempre ensinarão aos seus filhos
O caminho do Bom Pastor,
Sabendo como é importante
Cuidar da “herança do Senhor”.
Com Maria ou sem Maria em seu nome,
Bem-aventurada é a mãe
Que faz de Jesus Cristo seu Salvador
E transforma sua família
Em casa do Senhor!
Você já percebeu como temos
facilidade para guardar na memória as dores, os sofrimentos, as perdas e as
experiências negativas da vida, mas muitas vezes esquecemos rapidamente das
bênçãos e da fidelidade de Deus?
Quantas vezes o Senhor
respondeu às nossas orações, abriu portas, trouxe livramentos, sustentou a
nossa família e renovou a Sua misericórdia sobre nós, mas, diante de uma nova
dificuldade, parece que tudo isso desaparece da nossa lembrança?
É sobre isso que aprendemos em
Deuteronômio 27.
Depois de anos caminhando pelo
deserto, enfrentando dificuldades e sendo protegidos pelo Senhor, o povo de
Israel estava se preparando para entrar em Canaã e tomar posse da Terra
Prometida.
Era tempo de conquista.
Era tempo de promessa se cumprindo.
Era tempo de tomar posse da bênção.
Mas antes da conquista, havia
necessidade de preparação espiritual.
Moisés relembra ao povo a Lei
do Senhor. O próprio nome “Deuteronômio” significa “segunda lei”, não porque
fosse uma nova lei, mas porque aquela geração precisava ser lembrada do
compromisso que tinha com Deus.
No capítulo 27, versículos 2 e
3, a Palavra do Senhor declara:
“Depois de atravessarem o rio
Jordão e entrarem na terra que o Senhor, nosso Deus, está dando a vocês,
levantem pedras grandes, pintem com cal e escrevam nelas todas essas leis e
mandamentos.” (Deuteronômio 27:2-3 — NTLH)
Por que Deus manda levantar
pedras?
Porque Deus sabia que o povo
poderia esquecer.
Aquelas pedras seriam marcos
espirituais, memoriais que fariam o povo lembrar não apenas dos mandamentos do
Senhor, mas também de toda a caminhada, das provisões, dos milagres e da
fidelidade de Deus durante o deserto.
E isso fala muito conosco nos
dias atuais.
Vivemos em uma geração
imediatista, emocionalmente cansada e muitas vezes dominada pela negatividade.
As pessoas se lembram mais dos traumas do que dos milagres, mais das perdas do
que das vitórias.
Por isso, precisamos construir
marcos espirituais em nossa vida.
Talvez seja aquela oração
respondida.
Talvez uma experiência marcante com Deus.
Talvez um texto bíblico que sustentou você em um momento difícil.
Talvez lágrimas derramadas na presença do Senhor após um grande livramento.
Quando olhamos para trás e
lembramos da fidelidade de Deus, encontramos força para continuar avançando.
Mais à frente, nos versículos
5 e 7, Moisés declara:
“Construam ali um altar ao
Senhor, nosso Deus... Alegrem-se ali na presença de Deus, o Senhor.” (Deuteronômio 27:5,7 — NTLH)
O altar representa entrega,
comunhão e adoração.
Hoje, o altar não é um prédio
ou apenas um lugar físico. O altar do Senhor deve ser o nosso coração.
É no altar que glorificamos a
Deus pelas bênçãos recebidas. É no altar que reconhecemos que não estamos
sozinhos e que o Senhor continua caminhando conosco.
Mais do que buscar bênçãos,
precisamos buscar a presença de Deus.
Porque quando temos a presença
do Senhor, entendemos que as bênçãos vêm como consequência de um relacionamento
verdadeiro com Ele.
Mas existe algo importante:
não há vitória sem obediência;
não há promessa sem transformação;
não há milagre sem altar.
E então chegamos a um ponto
maravilhoso do Novo Testamento.
A Bíblia diz que Jesus tomou
sobre Si toda maldição que era consequência do pecado da humanidade.
O apóstolo Paulo escreve:
“Cristo nos libertou da
maldição imposta pela lei quando ele foi amaldiçoado em nosso lugar.” (Gálatas 3:13 — NTLH)
Na cruz, Jesus carregou a
condenação que era nossa para nos oferecer perdão, salvação e uma nova vida.
Por isso, em Cristo, não
vivemos mais presos à condenação, mas somos chamados a viver uma vida de amor,
obediência e comunhão com Deus.
O próprio Jesus declarou:
“Se vocês me amam, obedeçam
aos meus mandamentos.” (João 14:15 — NTLH)
Deus está preparando você hoje
para viver algo maior amanhã.
Talvez você ainda não
compreenda o tempo de Deus, mas uma coisa é certa: este é tempo de preparação.
Então:
não se esqueça da fidelidade do Senhor;
construa marcos espirituais na sua
caminhada;
mantenha sua vida no altar de Deus;
e escolha diariamente obedecer ao Senhor.
E eu deixo um desafio para
você:
Pegue um caderno ou o bloco de
notas do seu celular e tente lembrar quantas vezes Deus marcou a sua vida neste
último ano. Quantas vezes Ele trouxe livramento, respondeu orações, sustentou
você nos dias difíceis e demonstrou o Seu amor.
Você perceberá que há muito
mais motivos para agradecer do que para reclamar.
Que o seu dia seja maravilhoso
na presença do Senhor!
Você já percebeu como Deus se
importa com a maneira como tratamos as pessoas em situação de vulnerabilidade?
Como temos olhado para os pobres, para aqueles que enfrentam dificuldades, para
as pessoas que sofrem em nossa cidade?
É interessante perceber que a
Bíblia trata dessas questões de maneira muito clara. Quando lemos Deuteronômio
capítulo 26, descobrimos que a verdadeira espiritualidade envolve
generosidade, compaixão, responsabilidade social e amor ao próximo.
O texto bíblico declara:
“De três em três anos junte a
décima parte das colheitas daquele ano e dê aos levitas, aos estrangeiros, aos
órfãos e às viúvas que moram na sua cidade, para que tenham toda a comida que
precisarem.” (Deuteronômio 26:12 — NTLH)
Deus estava ensinando ao povo
de Israel que ninguém deveria ser esquecido. Os levitas, os estrangeiros, os
órfãos e as viúvas representavam os grupos mais vulneráveis da sociedade
daquela época.
Ao observar esse texto,
percebemos um princípio poderoso: Deus não aprova uma fé egoísta. As bênçãos
que recebemos também devem alcançar outras pessoas.
Moisés ensina ao povo que a
obediência a Deus deveria ser marcada pela sinceridade e pela integridade. Não
bastava apenas entregar ofertas ou dízimos por obrigação. Era necessário fazer
isso com um coração grato e disposto a compartilhar.
No versículo 14, o povo
declara diante do Senhor:
“Fiz tudo o que mandaste, ó
Senhor, meu Deus, e obedeci à tua ordem.” (Deuteronômio 26:14 — NTLH)
Que declaração forte!
Será que também podemos dizer
isso diante de Deus?
Muitas vezes as pessoas dizem:
“Pastor, eu não sei o que Deus quer de mim.” Porém, quando vamos para a Palavra
do Senhor, encontramos princípios, mandamentos e orientações para vivermos de
maneira agradável a Deus.
O povo de Israel estava se
preparando para entrar na Terra Prometida. Nós, porém, estamos caminhando rumo
à Nova Jerusalém preparada pelo Senhor Jesus Cristo.
Jesus reforça esse ensinamento
Quando chegamos ao Novo
Testamento, vemos Jesus confirmando exatamente esse princípio.
Em Mateus 25, Jesus fala sobre
aqueles que tiveram fome, sede, estiveram doentes, presos ou necessitados. E
então Ele declara:
“Eu afirmo a vocês que isto é
verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim
que fizeram.” (Mateus 25:40 — NTLH)
Que ensinamento poderoso!
Quando ajudamos alguém,
acolhemos uma pessoa necessitada, ouvimos alguém que sofre ou repartimos aquilo
que temos, estamos demonstrando o amor de Cristo.
Vivemos em uma geração marcada
pelo egoísmo, pela indiferença e pela falta de compaixão. Muitos querem receber
bênçãos, mas poucos desejam repartir. Muitos desejam prosperidade, mas não
querem praticar misericórdia.
Entretanto, Deuteronômio 26
nos mostra que a misericórdia faz parte da identidade do povo de Deus.
O texto ainda diz:
“Hoje vocês afirmaram que o
Senhor é o seu Deus e prometeram andar sempre nos caminhos dele.” (Deuteronômio 26:17 — NTLH)
Essa também deve ser a nossa
oração:
“Senhor, eu quero andar nos
Teus caminhos. Quero ser instrumento do Teu amor. Quero fazer diferença na vida
das pessoas.”
Deus nos chamou para sermos GENTE
CUIDANDO DE GENTE.
Essa é a missão da Igreja.
Essa é a missão dos filhos de Deus.
Fomos chamados não apenas para
receber bênçãos, mas também para compartilhar aquilo que Deus colocou em nossas
mãos.
Por isso, procure hoje alguém
que você possa abençoar. Talvez uma palavra, uma oração, uma visita, um
alimento ou um gesto simples possam transformar o dia de alguém.
Que possamos viver diariamente
o amor de Cristo na prática.
Muitas pessoas imaginam que a
Bíblia trata apenas de culto, oração, espiritualidade e religião. Porém, quando
lemos Deuteronômio capítulo 25, descobrimos algo muito profundo: Deus também se
preocupa com justiça, dignidade, honestidade, equilíbrio e respeito pelas
pessoas.
Ao folhearmos a Palavra do
Senhor, percebemos claramente o quanto Deus valoriza a vida humana e a maneira
como tratamos uns aos outros.
O capítulo começa dizendo:
“Quando dois israelitas
tiverem uma questão, levem o caso para ser julgado pelos juízes. Um dos dois
será julgado culpado, e o outro, inocente.” (Deuteronômio 25:1 — NTLH)
Aqui aprendemos um princípio
importante: não devemos fazer justiça com as próprias mãos. Deus estava
ensinando Israel, ainda no deserto, sobre como agir diante dos conflitos
humanos. O Senhor estabelece princípios de justiça para impedir abusos,
vinganças e injustiças.
Justiça sem crueldade
Mesmo quando alguém era
considerado culpado, havia limites para a aplicação da pena. O texto bíblico
declara:
“O máximo que alguém pode
receber são quarenta chicotadas; mais do que isso seria humilhar um israelita
em público.” (Deuteronômio 25:3 — NTLH)
Que ensinamento poderoso!
Deus estava mostrando ao povo
que a correção não deveria destruir a dignidade da pessoa. A punição tinha
limite. A justiça deveria existir sem crueldade.
Correção não é humilhação.
Autoridade não é abuso.
Disciplina não é violência.
Deus nos chama ao equilíbrio.
Vivemos em uma geração marcada
pela exposição pública, pelos julgamentos precipitados e pela falta de
misericórdia. Muitas pessoas estão sendo destruídas emocionalmente por
palavras, cancelamentos e condenações feitas nas redes sociais e até dentro de
ambientes religiosos.
Por isso, precisamos tomar
cuidado com a forma como tratamos as pessoas.
Jesus: verdade com
misericórdia
Quando olhamos para o Novo
Testamento, encontramos Jesus vivendo exatamente esses princípios.
Em João 8, vemos a história da
mulher pega em adultério. Ela foi exposta publicamente e levada diante de Jesus
para ser condenada.
A lei dizia que ela deveria
ser apedrejada. Porém, Jesus responde de maneira surpreendente:
“Quem de vocês estiver sem
pecado, que atire a primeira pedra nela!” (João 8:7 — NTLH)
Um a um, todos foram embora.
Depois disso, Jesus disse à
mulher:
“Vá e não peque mais.” (João 8:11 — NTLH)
Jesus não aprovou o pecado,
mas também não destruiu a vida daquela mulher. Ele demonstrou graça,
misericórdia e oportunidade de transformação.
Esse é o equilíbrio do Reino
de Deus:
verdade com amor;
justiça com misericórdia;
correção com dignidade.
Antes de julgar alguém,
precisamos fazer uma pergunta muito simples:
“Se Jesus estivesse no meu
lugar, como Ele agiria nessa situação?”
Deus valoriza quem trabalha
Ainda em Deuteronômio 25,
encontramos outro princípio extraordinário:
“Não amarre a boca do boi
quando ele estiver pisando o trigo.” (Deuteronômio 25:4 — NTLH)
Esse texto fala sobre
valorização e cuidado com quem trabalha.
Naquele tempo, os animais eram
usados no trabalho agrícola. Deus estava ensinando que até mesmo os animais
deveriam ser tratados com respeito e dignidade.
O apóstolo Paulo utiliza esse
mesmo princípio no Novo Testamento para ensinar sobre valorização do
trabalhador e daqueles que servem na obra de Deus.
Se até os animais mereciam
cuidado, quanto mais o ser humano, criado à imagem e semelhança do Senhor.
Honestidade agrada a Deus
Mais à frente, Deus condena a
desonestidade nos negócios:
“Não levem na bolsa dois pesos
diferentes, um maior do que o outro.” (Deuteronômio 25:13 — NTLH)
Naquela época, algumas pessoas
enganavam os clientes utilizando medidas falsas para obter vantagem.
Mas Deus rejeita toda forma de
fraude, manipulação e mentira.
O Senhor deseja integridade
completa dos Seus filhos.
Jesus reforça esse princípio
quando diz:
“Seja o ‘sim’ de vocês, ‘sim’,
e o ‘não’, ‘não’.” (Mateus 5:37 — NTLH)
Precisamos viver uma vida
marcada pela honestidade, transparência e verdade.
O que aprendemos em
Deuteronômio 25?
Este capítulo nos ensina:
a amar a justiça;
rejeitar toda forma de injustiça;
valorizar a dignidade humana;
agir com honestidade;
tratar as pessoas com misericórdia e
respeito.
Deus espera que os Seus filhos
façam diferença neste mundo.
Não fomos chamados para viver
como todos vivem. Fomos chamados para refletir o caráter de Cristo em nossas
atitudes diárias.
Que neste dia possamos tratar
todas as pessoas com dignidade.
Que o amor de Cristo seja visto em nossa maneira de falar, agir e julgar.
E que Jesus seja verdadeiramente o Senhor da nossa vida.
Você já parou para pensar que
Deus observa como trabalhamos e também como tratamos as pessoas que trabalham
conosco?
E mais: será que atrasar
salário, explorar um funcionário ou desrespeitar direitos é apenas um erro
humano… ou também um pecado diante de Deus?
É sobre isso que quero
conversar com você hoje.
Estamos estudando o livro de
Deuteronômio, e o capítulo 24 traz ensinamentos profundos sobre relações de
trabalho, justiça social e dignidade humana. Deus orienta o povo de Israel
sobre como tratar aqueles que trabalham ao seu lado e relembra algo muito importante:
eles também já foram escravos no Egito e experimentaram o cuidado e a
libertação do Senhor.
Quando lemos Deuteronômio
24:14-15, na versão NTLH, encontramos a seguinte orientação:
“Não explore o empregado pobre
e humilde, que é pago por dia, seja ele israelita ou um estrangeiro que mora na
cidade onde você vive. Pague o salário dele no mesmo dia, antes do pôr do sol,
pois ele é pobre e espera ansioso pelo dinheiro. Se você não pagar, ele gritará
a Deus, o Senhor, contra você, e você será culpado de pecado.” 📖Deuteronômio
24:14-15 (NTLH)
Observe como Deus demonstra
preocupação com a pessoa humana. O Senhor deixa claro que todos merecem ser
tratados com dignidade.
Deus vê aquele trabalhador que
acorda cedo, pega ônibus, trem ou metrô lotado, chega cansado ao ambiente de
trabalho e, ainda assim, se esforça para entregar o melhor de si. No final do
dia, ele espera receber aquilo que lhe é devido.
Porém, muitas vezes, o
trabalhador não é tratado com o respeito que merece.
Para Deus, trabalho não é
escravidão.
Trabalho é dignidade.
Por meio do trabalho honesto,
uma pessoa sustenta sua casa, alimenta sua família e constrói sua história.
A Bíblia condena:
salários injustos;
exploração;
humilhação;
abuso de autoridade;
atraso intencional de pagamento;
e qualquer atitude que destrua a dignidade
do trabalhador.
Deus é justo e espera que eu e
você também vivamos em justiça.
Outro aspecto muito importante
desse texto é que Deus afirma que, se o empregador agir com injustiça, o
trabalhador clamará ao Senhor, e Deus ouvirá esse clamor.
Nada passa despercebido aos
olhos do Senhor.
Por isso, respeito,
honestidade, dignidade, compaixão e justiça são valores que Deus espera de nós.
Ainda em Deuteronômio 24, nos
versículos 17 e 18, a Palavra de Deus declara:
“Respeitem os direitos dos
órfãos e dos estrangeiros que moram nas cidades de vocês. Não aceitem como
garantia de pagamento de uma dívida a roupa da viúva a quem vocês emprestaram
alguma coisa. Lembrem que vocês foram escravos no Egito e que o Senhor, nosso
Deus, os tirou dali. Por isso eu exijo que obedeçam a essa lei.” 📖Deuteronômio
24:17-18 (NTLH)
Deus mostra que devemos cuidar
dos mais vulneráveis:
órfãos;
viúvas;
estrangeiros;
e todos aqueles que precisam de ajuda e
proteção.
O Senhor relembra ao povo a
experiência da escravidão para ensinar uma grande verdade: quem já sofreu
injustiça não deve praticar injustiça contra ninguém.
Por isso:
não explore pessoas;
não humilhe;
não use poder para oprimir;
não domine pela força;
mas trate todos com honra e dignidade.
É isso que Deus espera de nós.
Porque onde existe justiça,
ali a bênção de Deus permanece.
Então, fica esta reflexão para
hoje:
Você que é trabalhador, trate
as pessoas à sua volta com respeito e dignidade.
Você que é empregador, seja
justo em suas atitudes e pratique os princípios da Palavra de Deus.
E que todos nós vivamos no
amor de Cristo, porque o próprio Jesus ensinou:
“Façam aos outros o que vocês
querem que eles façam a vocês.” 📖Lucas 6:31 (NTLH)
Que o seu dia seja maravilhoso
na presença de Deus.
Você costuma cumprir tudo
aquilo que promete a Deus?
É interessante perceber que,
nos momentos de aperto e dificuldade, lembramos rapidamente de Deus. Muitas
vezes dizemos:
“Ah, meu Deus, se o Senhor me livrar dessa, eu vou fazer isso… vou fazer
aquilo…”
Mas é importante lembrar de
uma verdade essencial: 👉Deus não obriga
ninguém a fazer promessas.
Porém, quando alguém promete, precisa cumprir.
Ao lermos Deuteronômio
23:21–23, encontramos uma orientação clara e séria:
📖“Quando você fizer um voto
ao Senhor, seu Deus, não demore a cumpri-lo, pois o Senhor certamente pedirá
contas, e você será culpado de pecado. Mas, se você não fizer voto nenhum, não
será culpado. Porém, cumpra tudo o que você disser, pois você fez um voto ao
Senhor, seu Deus, por sua própria vontade.” (Deuteronômio
23:21–23 – NTLH)
Esse texto nos ensina um
princípio espiritual profundo: 👉 Fazer um voto é
opcional. 👉 Cumpri-lo é
obrigatório.
A Palavra nos alerta contra a
procrastinação espiritual — aquela atitude de dizer:
“Depois eu faço… amanhã eu vejo… ainda não é o momento…”
No relacionamento com Deus,
não há espaço para esse tipo de postura. 👉Aquilo que
prometemos precisa ser cumprido com responsabilidade.
Por isso, a própria Escritura
nos ensina que é melhor não fazer voto algum do que fazer e não cumprir (cf. Eclesiastes
5:5 – NTLH).
A palavra “voto” aqui
significa uma promessa feita a Deus.
E diante disso, aprendemos algo essencial:
👉Deus não se impressiona com promessas
— Ele observa fidelidade.
O problema não está em
prometer.
O problema está em tentar negociar com Deus.
Muitas vezes as pessoas dizem:
“Senhor, eu vou mudar… vou ser melhor… vou ser fiel…”
Mas, por trás dessas palavras, existe uma tentativa de barganha:
“Faça isso por mim, e então eu farei aquilo.”
Mas a Bíblia não ensina esse
tipo de relacionamento. 👉 Deus não negocia com o
coração humano — Ele transforma.
Quando olhamos para o ensino
de Jesus, vemos um aprofundamento dessa verdade:
📖“Seja o ‘sim’ de vocês,
sim, e o ‘não’, não.” (Mateus
5:37 – NTLH)
Jesus nos chama à integridade.
Não apenas nas promessas feitas a Deus, mas também nos relacionamentos com as
pessoas.
👉 Espiritualidade verdadeira não está em
falar muito… 👉 Mas em viver com
verdade.
Diante disso, surge um convite
claro para a nossa vida hoje:
✔ Prometeu? Cumpra. ✔ Não pode cumprir? Seja
honesto diante de Deus.
Mas existe um caminho ainda
mais profundo:
👉Menos promessas… e mais fidelidade. 👉Menos palavras… e
mais vida com Deus. 👉Menos emoção… e
mais compromisso diário.
Porque, no final, não é o que
você fala que transforma a sua vida… 👉é o que você vive
na sua intimidade com o Senhor.
Deus não está procurando
palavras bonitas… 👉Ele está procurando
corações comprometidos.
Conclusão
Hoje, fica um convite para
você:
👉 Viva um relacionamento mais verdadeiro
com Deus. 👉 Pare de negociar… e
comece a se entregar.
Menos promessas.
Mais intimidade.
Mais fidelidade.
Que o Deus de amor abençoe
ricamente a sua vida, a sua família e o seu caminhar com Ele.
RESPONSABILIDADE DIANTE DO QUE
NÃO É NOSSO... Deuteronômio
22
Você já ouviu o ditado: “achado
não é roubado, quem perdeu foi relaxado”?
Essa é uma frase comum, mas está longe da verdade ensinada na Palavra de Deus.
A Bíblia nos mostra que Deus
se importa com todas as áreas da vida — inclusive com aquilo que encontramos e
não nos pertence.
Você já encontrou algo que não
era seu e ficou na dúvida se deveria devolver?
Em Deuteronômio 22, Deus
orienta o povo de Israel sobre como agir diante dessas situações:
“Se a vaca ou o carneiro de um
israelita fugir do dono, e você vir o animal andando solto, não faça de conta
que não viu; leve-o de volta ao dono.
Se o dono morar longe ou se você não souber quem é, leve o animal para casa e
fique com ele até que o dono venha procurá-lo; então entregue-o a ele.
Faça o mesmo com o jumento, a roupa ou qualquer outra coisa que você achar e
que for de outro israelita. Não faça de conta que não sabe de nada.
Se o jumento ou o boi que é de outro israelita cair na estrada, e você vir o
animal caído ali, não faça de conta que não viu; ajude o dono a pôr o animal de
pé.” (Deuteronômio
22:1-4 — NTLH)
Deus nos ensina aqui uma
verdade profunda: não basta evitar o mal — é necessário praticar o bem.
O texto enfatiza
repetidamente: 👉“Não faça de conta
que não viu.”
Ou seja, a indiferença também
é uma forma de erro.
Naquela época, eram animais e
objetos.
Hoje, podem ser carteira, celular, documentos, dinheiro…
ou até situações em que alguém precisa de ajuda.
Se você viu, você tem
responsabilidade.
📖À LUZ DO NOVO TESTAMENTO
Jesus reforça esse princípio
em seus ensinamentos.
Na parábola do bom samaritano,
registrada em
Evangelho de Lucas 10:30-37 (NTLH),
duas pessoas viram um homem ferido e passaram de lado.
Mas um samaritano decidiu agir — ele viu e assumiu a responsabilidade.
Além disso, Jesus ensina:
“Quem é fiel nas pequenas
coisas também é fiel nas grandes.” (Lucas
16:10 — NTLH)
E ainda:
“Façam aos outros o que vocês
querem que eles façam a vocês.” (Mateus
7:12 — NTLH)
📍APLICAÇÃO PARA OS NOSSOS DIAS
Vivemos em um mundo acelerado,
onde muitos ainda dizem: “achado não é roubado.”
Mas para quem vive segundo os
princípios do Reino de Deus, isso não se sustenta.
Se você encontrar algo:
Procure o dono
Utilize os meios disponíveis (autoridades,
redes sociais, contatos)
Faça o que é certo
A única atitude que não cabe a
um cristão é fingir que não viu.
🔥CONCLUSÃO
Se algo tem dono, deve ser
devolvido.
E mais do que isso: cada atitude revela quem governa o nosso coração.
Deus nos chama a viver com justiça,
honestidade e amor.
Que hoje você escolha fazer o
certo —
mesmo quando ninguém estiver olhando.
Que Deus abençoe o seu dia de
forma rica e poderosa!