segunda-feira, 25 de maio de 2026

QUANDO NÃO PEDIMOS CONSELHO A DEUS, PODEMOS SER ENGANADO! Josué 9

 


QUANDO NÃO PEDIMOS CONSELHO A DEUS, PODEMOS SER ENGANADO!

Josué 9

 

Quantas decisões erradas nós evitaríamos se, antes de agir, parássemos para buscar a direção de Deus?

Essa é uma pergunta importante para refletirmos. Afinal, estamos tomando decisões o tempo inteiro. Vivemos em um mundo acelerado, onde tudo exige respostas rápidas. Muitas vezes nos apoiamos na nossa inteligência, experiência ou emoções, mas não dedicamos tempo de qualidade buscando ao Senhor para saber o que fazer e como fazer.

Hoje estamos lendo Josué 9. Neste capítulo, encontramos uma poderosa lição sobre o perigo de agir sem consultar a Deus. O texto mostra a inteligência usada para o engano e a imaturidade espiritual de Josué e de sua liderança ao tomarem uma decisão sem buscar primeiro a direção do Senhor.

Depois das grandes vitórias sobre Jericó e Ai, as nações da região ficaram aterrorizadas com o avanço do povo de Israel. Os gibeonitas, então, elaboraram um plano.

Eles pensaram:

“Não queremos ser destruídos. Vamos enganar Josué.”

E sabe o que fizeram?

Vestiram roupas velhas e gastas pelo tempo. Levaram sandálias desgastadas, sacos rasgados e pão bolorento. Criaram uma história convincente e tocaram emocionalmente o coração de Josué e de seus líderes.

Sem consultar o Senhor, Josué fez um acordo com eles.

A Bíblia declara:

“Os homens de Israel aceitaram a comida deles, porém não pediram conselho a Deus, o Senhor.”
Josué 9:14 — NTLH

Esse foi o grande erro: não pediram conselho ao Senhor.

 

Quantas vezes fazemos exatamente isso?

Somos impressionados por palavras bonitas, boa aparência ou oportunidades aparentemente perfeitas. Olhamos apenas para as evidências externas e rapidamente tiramos nossas conclusões.

Vivemos apressados:

  • “Preciso decidir logo.”
  • “Não posso perder essa oportunidade.”
  • “Depois eu oro.”

E quando tomamos decisões sem consultar a Deus, inevitavelmente sofremos as consequências.

Muitas pessoas:

  • fecham negócios sem oração;
  • entram em relacionamentos sem discernimento;
  • aceitam propostas apenas pela aparência;
  • escolhem caminhos sem buscar direção espiritual.

É como uma caixa muito bonita por fora, que aparenta conter algo precioso, mas que, ao ser aberta, revela apenas vazio e decepção.

 

O problema maior de Israel não foi apenas o engano dos gibeonitas. O problema foi acreditar que já sabiam o suficiente e que não precisavam consultar o Senhor.

O correto seria dizer:

“Vamos buscar a direção de Deus e depois lhe daremos uma resposta.”

Mas quando deixamos de orar, começamos a confiar demais em nós mesmos. E quando confiamos excessivamente em nossa própria capacidade, nos afastamos da vontade de Deus.

Por isso, em toda decisão, a pergunta precisa ser:

“Senhor, qual é a Tua vontade?”

Estamos vivendo dias em que decisões rápidas se tornaram normais e a oração profunda se tornou rara.

E aqui não estou falando apenas de participar de cultos de oração na igreja. Estou falando da sua intimidade pessoal com Deus. Daquele momento em que você se fecha no seu quarto e busca ouvir a voz do Senhor.

Jesus ensinou:

“Quando você orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai, que está em secreto.”
Mateus 6:6 — NTLH

Precisamos aprender novamente a ouvir Deus antes de agir.

Muitas vezes o inimigo não aparece mostrando destruição evidente. Ele surge disfarçado de oportunidade, facilidade ou falsa paz.

Por isso, discernimento espiritual é indispensável nos nossos dias.

A Palavra do Senhor nos ensina:

“Confie de todo o coração em Deus, o Senhor, e não se apoie na sua própria inteligência. Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo.”
Provérbios 3:5-6 — NTLH

 

Josué levou três dias para descobrir que havia sido enganado. Mas o acordo já estava feito.

E o mais sério: aquele acordo havia sido firmado em nome do Senhor, sem consultar o Senhor.

É como alguém usar o seu nome para tomar uma decisão sem pedir sua autorização.

Mesmo assim, vemos a misericórdia de Deus. O Senhor continua orientando Josué e mostrando como agir diante daquela situação.

E essa é uma esperança maravilhosa para nós: mesmo quando erramos, Deus continua sendo misericordioso.

 

O que aprendemos com tudo isso?

Antes de qualquer decisão:

  • ore ao Senhor;
  • espere o tempo de Deus;
  • busque direção na Palavra;
  • peça discernimento ao Espírito Santo.

Porque uma decisão sem oração pode abrir portas para o engano. Mas uma vida guiada por Deus encontra segurança, direção e paz.

 

Que o Senhor nos ensine a nunca agir sem antes buscar a Sua vontade.

Tome decisões, sim. Mas consulte primeiro o Senhor.

Que o seu dia seja grandemente abençoado em Cristo Jesus!

 

Cláudio Eduardo M. Costa

domingo, 24 de maio de 2026

A ORAÇÃO NÃO ESTÁ NA ARMADURA… MAS É O QUE SUSTENTA A BATALHA! - Efésios 6:18-19

 



A ORAÇÃO NÃO ESTÁ NA ARMADURA…
MAS É O QUE SUSTENTA A BATALHA!

 

“Orem em todo tempo no Espírito, com todo tipo de oração e súplica, e para isto vigiem com toda perseverança e súplica por todos os santos. E orem também por mim, para que, no abrir da minha boca, me seja dada a palavra, para com ousadia tornar conhecido o mistério do evangelho.”

Efésios 6:18-19 — NAA

 

INTRODUÇÃO

Hoje, ao olhar para minha caminhada, meu coração se enche de gratidão ao Senhor.

No próximo dia 28 de maio, completo 43 anos de casamento. Em julho, pela graça de Deus, completarei 40 anos de batizado. E já são mais de 30 anos de ministério pastoral.

Mas existe algo muito importante que aprendi ao longo dessa trajetória: unidade não significa perda da individualidade.

Vivemos dias em que muitas famílias estão confundindo unidade com anulação pessoal. Deus nunca quis transformar pessoas em cópias umas das outras. Pelo contrário: Ele trabalha na individualidade de cada pessoa para construir uma unidade saudável.

No casamento, eu continuo sendo Cláudio. Minha esposa continua sendo Luci. Temos personalidades diferentes, histórias diferentes, maneiras diferentes de enxergar muitas situações. Mas foi exatamente Deus quem nos ensinou a transformar diferenças em complemento, e não em divisão.

Na igreja também é assim.

Cada pessoa possui:

  • dons diferentes;
  • temperamentos diferentes;
  • experiências diferentes;
  • histórias diferentes.

Mas o Espírito Santo nos une em um único propósito.

A unidade espiritual não nasce da igualdade absoluta. Ela nasce da submissão coletiva ao Senhor.

E sabe o que sustentou tudo isso ao longo desses anos?

A oração.

A oração sustentou nossa individualidade sem destruir a unidade.

Porque quando oramos:

  • aprendemos a ouvir;
  • aprendemos a ceder;
  • aprendemos a respeitar;
  • aprendemos a depender de Deus.

A oração preserva a identidade sem destruir a comunhão.

É interessante perceber que em Efésios 6, quando Paulo fala sobre a armadura de Deus, ele menciona:

  • o capacete;
  • a couraça;
  • o escudo;
  • a espada;
  • os calçados;
  • o cinturão.

Mas a oração não aparece como uma peça específica da armadura.

Por quê?

Porque a oração não é apenas parte da batalha espiritual. A oração é o ambiente onde toda a batalha acontece.

Sem oração:

  • a armadura perde força;
  • a família perde direção;
  • a igreja perde sensibilidade;
  • o cristão perde discernimento.

É a oração que sustenta meu casamento durante 43 anos.
É a oração que sustenta minha caminhada cristã durante quase 40 anos de fé.
É a oração que sustenta mais de 30 anos de ministério pastoral.

E hoje quero refletir com vocês sobre:

A MISSÃO ESPIRITUAL DA FAMÍLIA

Baseado em três palavras:

  • Oportunidade
  • Mensagem
  • Ousadia

E é interessante perceber algo em Efésios 6: quando Paulo fala sobre a armadura de Deus, ele menciona o capacete, a espada, a couraça, o escudo, o cinturão e os calçados.

Mas existe algo poderoso: a oração não aparece como uma peça da armadura… porque ela é o elemento que ativa toda a armadura espiritual.

A oração não é apenas uma ferramenta da batalha.
A oração é o ambiente da batalha espiritual.

Uma família sem oração perde direção.

Uma igreja sem oração perde sensibilidade espiritual.

Um cristão sem oração se torna vulnerável.

Por isso, hoje quero refletir sobre A MISSÃO ESPIRITUAL DA FAMÍLIA, baseada em três palavras:

1. OPORTUNIDADE

Paulo diz:

“Orem também por mim…”
Efésios 6:19 — NAA

Paulo entende que a oração cria oportunidades espirituais.

Muitas vezes pensamos que oportunidade é apenas emprego, dinheiro, crescimento ou conquista material. Mas existem oportunidades espirituais que Deus coloca diante da nossa família.

A oportunidade de:

  • evangelizar um filho;
  • restaurar um casamento;
  • discipular pessoas;
  • ensinar valores espirituais;
  • deixar um legado de fé.

O problema é que muitas famílias estão distraídas demais para perceber as oportunidades que Deus está dando.

Vivemos dias em que as pessoas têm tempo para tudo:

  • redes sociais;
  • televisão;
  • entretenimento;
  • trabalho;
  • correria.

Mas não têm tempo para oração.

E quando a oração desaparece da família, a sensibilidade espiritual também desaparece.

A oração abre os nossos olhos espirituais.

Quantas oportunidades já perdemos por falta de oração?

A oportunidade de pedir perdão.
A oportunidade de ouvir mais.
A oportunidade de cuidar da família.
A oportunidade de falar de Jesus para alguém.

Josué só venceu porque buscou a direção de Deus. Daniel só permaneceu firme porque tinha vida de oração. Jesus, mesmo sendo Filho de Deus, separava tempo para orar.

A oração transforma ambientes.

Famílias fortes não são famílias perfeitas. São famílias que aprendem a buscar a Deus juntas.

Talvez hoje Deus esteja dando uma oportunidade para você reconstruir o altar da oração dentro da sua casa.

 

2. MENSAGEM

Paulo continua dizendo:

“...para que, quando eu falar, seja-me dada a mensagem…”
Efésios 6:19 — NVI

A família possui uma missão espiritual: transmitir uma mensagem.

E qual é a mensagem?

O evangelho de Jesus Cristo.

Hoje o mundo está cheio de informação, mas vazio da verdade de Deus.

Temos acesso à tecnologia, inteligência artificial, redes sociais e comunicação rápida. Mas ao mesmo tempo vemos:

  • famílias destruídas;
  • jovens sem direção;
  • crianças emocionalmente feridas;
  • pessoas vivendo sem esperança.

Porque informação não substitui transformação espiritual.

A missão da família é anunciar Cristo através das palavras e do testemunho.

Os filhos precisam ouvir os pais orando.
Precisam ver os pais buscando a Deus.
Precisam perceber coerência espiritual dentro de casa.

A maior mensagem não é apenas o que falamos no púlpito. É aquilo que vivemos diariamente.

Paulo não pede oração por conforto. Ele pede oração para ter mensagem.

Isso é poderoso.

Muita gente quer bênção, mas não quer compromisso com a mensagem do evangelho.

Precisamos voltar a ser famílias missionárias.

Famílias que:

  • oram juntas;
  • leem a Bíblia juntas;
  • adoram juntas;
  • servem juntas;
  • evangelizam juntas.

Jesus nos deixou essa missão.

E talvez o maior campo missionário não esteja longe… talvez esteja dentro da nossa própria casa.

 

3. OUSADIA

Paulo termina dizendo:

“...para com ousadia tornar conhecido o mistério do evangelho.”
Efésios 6:19 — NAA

Ousadia é uma das maiores necessidades da igreja nos nossos dias.

Estamos vivendo tempos difíceis:

  • valores invertidos;
  • relativização da verdade;
  • esfriamento espiritual;
  • medo de testemunhar.

Mas Deus continua procurando famílias ousadas.

Famílias que não tenham vergonha do evangelho.

A ousadia não nasce da força humana. A ousadia nasce da oração.

Quando a igreja ora, ela se torna corajosa.
Quando a família ora, ela permanece firme.
Quando o cristão ora, ele vence batalhas espirituais.

Jesus tinha autoridade porque tinha intimidade com o Pai.

Antes da cruz, Jesus orou.
Antes dos milagres, Jesus orou.
Antes das decisões, Jesus orou.

O segredo da autoridade espiritual continua sendo a oração.

Talvez hoje existam famílias sendo atacadas:

  • emocionalmente;
  • espiritualmente;
  • moralmente;
  • financeiramente.

Mas a oração continua sendo poderosa.

Deus ainda restaura famílias.
Deus ainda salva filhos.
Deus ainda cura casamentos.
Deus ainda levanta ministérios.

O Senhor continua lutando por aqueles que se colocam diante dEle em oração.

CONCLUSÃO

Depois de 43 anos de casamento, 40 anos de batismo e mais de 30 anos de ministério pastoral, posso afirmar algo com convicção:

Vale a pena permanecer na presença de Deus.

A oração continua sendo indispensável.

Ela sustenta a família.
Fortalece o casamento.
Protege os filhos.
Alimenta o ministério.
Mantém a fé viva.

Talvez hoje Deus esteja chamando você para restaurar o altar da oração dentro da sua casa.

 

Porque uma família que ora:

  • permanece unida;
  • vence batalhas;
  • suporta crises;
  • atravessa desertos;
  • e permanece firme até o fim.

 

Que a nossa família cumpra sua missão espiritual:

  • aproveitando as oportunidades;
  • anunciando a mensagem;
  • e vivendo com ousadia.

Deus abençoe sua vida!

 

Cláudio Eduardo M Costa

DEPOIS DE UMA VITÓRIA, É TEMPO DE AGRADECER! - Josué 8



DEPOIS DE UMA VITÓRIA,

É TEMPO DE AGRADECER!

Josué 8

 

Depois de uma grande vitória, o que você faria primeiro?
Celebraria a conquista com os amigos? Prepararia um jantar especial? Ou se ajoelharia diante do Senhor para prestar um culto de gratidão ao Deus Eterno?

Ao lermos Josué 8, aprendemos uma verdade poderosa: toda vitória deve nos conduzir à presença de Deus. Mais do que celebrar conquistas, precisamos oferecer a nossa vida como sacrifício vivo no altar do Senhor.

O povo de Israel havia entrado em Canaã e conquistado Jericó de maneira extraordinária. Porém, depois daquela vitória, surgiu um sentimento perigoso: a autoconfiança. Eles começaram a acreditar que eram fortes por si mesmos, esquecendo que a vitória vinha de Deus.

Mas havia pecado no meio do povo.

Acã e sua família tomaram aquilo que Deus havia proibido. Acã acreditava que poderia esconder seu pecado do Senhor. Como consequência, quando Israel foi lutar contra a cidade de Ai, sofreu uma dura derrota.

Israel saiu humilhado e envergonhado.

Então começa um momento de reconciliação e restauração espiritual. Deus ordena a Josué:

“Mandem o povo se purificar, pois amanhã eu farei coisas maravilhosas entre vocês.”
Josué 3:5 — NTLH

Era necessário remover do meio do povo tudo aquilo que desagradava ao Senhor.

Depois do arrependimento, da santificação e da restauração, Israel volta a lutar contra Ai. Mas, desta vez, age de maneira diferente: busca primeiro a direção de Deus.

Eles perguntam:

“Senhor, como devemos agir? De que maneira devemos enfrentar essa batalha?”

E aqui aprendemos a primeira grande lição de Josué 8:

Toda verdadeira vitória começa na presença de Deus

Vai fazer um concurso? Antes mesmo da inscrição, ore ao Senhor.

“Deus de amor, dirige os meus passos e me conceda sabedoria.”

Está enfrentando problemas de saúde? Ore ao Senhor.

“Pai, coloca diante de mim profissionais capacitados e guia cada decisão.”

Está passando por dificuldades no trabalho? Busque primeiro ao Senhor.

“Deus, me dê palavras, equilíbrio e direção para enfrentar este momento.”

Primeiro buscamos a Deus. Depois seguimos em frente confiando na direção do Senhor.

Mas também precisamos entender algo importante: buscar a Deus não significa cruzar os braços. Josué orou, ouviu a direção divina e depois foi à batalha.

Fé também exige atitude, obediência e coragem.

Depois da vitória sobre Ai, Josué compreende algo extraordinário: não basta vencer batalhas externas se o coração não estiver alinhado com Deus.

Por isso, ele constrói um altar ao Senhor.

Um altar de adoração.
Um altar de gratidão.
Um altar que representa entrega total ao Senhor.
Um altar que declara completa dependência de Deus.

Era como se Josué dissesse:

“Senhor, tudo pertence a Ti.”

Infelizmente, em nossos dias, muitas pessoas estão mais preocupadas em receber reconhecimento pessoal do que em glorificar a Deus pelas vitórias alcançadas.

Vivemos numa geração que deseja promessas, mas não quer consagração. Quer milagres, mas evita o altar. Quer bênçãos, mas sem compromisso com Deus.

Josué nos ensina que, depois da restauração, precisamos voltar ao centro da vontade do Senhor.

Então ele reúne todo o povo: líderes, autoridades, homens, mulheres, crianças e estrangeiros. Ninguém ficou de fora daquele momento de leitura da Palavra de Deus.

A Lei do Senhor foi proclamada diante de todos.

Porque um povo forte espiritualmente é um povo que conhece a Palavra de Deus.

Hoje existem muitas pessoas que conhecem opiniões sobre Deus, mas não conhecem verdadeiramente a Deus. Muitos se alimentam apenas do que os outros dizem, mas não cultivam intimidade pessoal com o Senhor.

Quando conhecemos a Deus de verdade, começamos a construir um altar dentro do nosso coração.

Mas o mundo tenta construir altares errados:

  • o altar do ego;
  • o altar do orgulho;
  • o altar da vaidade;
  • o altar da ansiedade;
  • o altar do pecado escondido.

Altares que ocupam o lugar que pertence somente ao Senhor.

 

O apóstolo Paulo escreveu sobre isso em Romanos:

“Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus.”
Romanos 12:1 — NTLH

No Antigo Testamento, o altar era um lugar de sacrifício.

Hoje, nós somos o sacrifício vivo.

Nosso coração se tornou altar do Senhor.

Nossa vida precisa ser entregue diariamente a Deus em adoração, obediência e santidade.

Josué estava chamando o povo para renovar seu compromisso com o Senhor. E essa mensagem continua extremamente atual para nós.

Por isso, neste dia, levante um altar ao Senhor.

Ou melhor: ofereça a sua própria vida como sacrifício vivo diante de Deus.

Celebre as vitórias, sim. Mas nunca se esqueça de agradecer Àquele que lhe concedeu cada uma delas.

Que o nosso coração seja um altar vivo, totalmente dedicado ao Senhor.

 

Deus abençoe o seu dia!

 

Cláudio Eduardo M. Costa


sábado, 23 de maio de 2026

NÃO GUARDE O QUE DEUS MANDOU DESTRUIR! 📖 Josué 7

 


NÃO GUARDE O QUE DEUS MANDOU DESTRUIR!

📖 Josué 7

 

Você já percebeu que, muitas vezes, depois de uma grande vitória, baixamos a guarda e acabamos perdendo batalhas muito menores? Talvez isso já tenha acontecido com você: vai bem em uma prova, tira uma excelente nota e pensa que não precisa mais estudar. Então, na prova seguinte, vem a decepção. A vida muitas vezes funciona assim.

Na nossa caminhada com Deus também é dessa forma. Se queremos viver as vitórias do Senhor, existe uma palavra indispensável: obediência — uma obediência completa e incondicional.

Hoje, ao lermos Josué 7, encontramos exatamente essa lição.

No capítulo anterior, Josué 6, vemos uma grande vitória: Deus derruba milagrosamente as muralhas de Jericó e preserva a casa de Raabe, conforme havia prometido. Agora, Israel continuaria avançando para conquistar Canaã. O próximo desafio seria a pequena cidade de Ai.

Aparentemente, seria uma batalha fácil. Os líderes pensaram: “Não precisamos enviar todo o exército.” Porém, o resultado foi surpreendente: Israel foi derrotado. Soldados morreram, o povo fugiu envergonhado e o coração de todos se encheu de medo.

Josué então se prostra diante do Senhor e pergunta o que havia acontecido. Afinal, estrategicamente tudo parecia correto. Mas Deus revela a verdadeira causa da derrota: havia pecado escondido no meio do povo.

A resposta do Senhor está em:

“Purifiquem o povo. Digam que todos se purifiquem para amanhã, pois eu, o Senhor, o Deus de Israel, digo isto: ‘Há coisas condenadas à destruição no meio do acampamento de Israel. Vocês não poderão resistir aos seus inimigos enquanto não tirarem essas coisas do meio de vocês.’”
📖 Josué 7:13 (NTLH)

Essa palavra é forte e nos ensina uma verdade importante: a obediência a Deus não pode ser parcial. Deus havia ordenado que certos objetos fossem destruídos, mas Acã viu, desejou e tomou para si aquilo que Deus havia proibido. E pior: tentou esconder tudo.

Mas existe algo que precisamos lembrar: ninguém consegue esconder nada de Deus.

Acã enterrou os objetos em sua tenda, achando que ninguém descobriria. Porém, o Senhor vê todas as coisas. Deus conhece nosso coração, nossas intenções e até aquilo que tentamos esconder das pessoas.

O salmista declarou:

“Tu sabes o que estou pensando e conheces tudo o que faço.”
📖 Salmos 139:2 (NTLH)

Diante disso, precisamos refletir: o que temos tentado esconder do Senhor? Muitas vezes queremos viver as promessas de Deus, mas continuamos carregando mágoas, mentiras, orgulho, pecados e hábitos que o próprio Deus já mandou abandonar.

A ordem que Deus deu a Josué continua atual:

“Purifiquem o povo.”
📖 Josué 7:13 (NTLH)

Santificação não é apenas aparência espiritual. Não se resume a subir um monte, passar horas em um templo ou apenas cumprir uma rotina religiosa. Santificação está profundamente ligada à intimidade com Deus — e intimidade com Deus exige obediência.

A boa notícia é que Deus continua sendo misericordioso. Ele está pronto para perdoar, restaurar e transformar nossa vida. Porém, muitas vezes, as cargas que insistimos em guardar impedem nossa comunhão com Ele e atrasam aquilo que Deus deseja realizar em nós.

Por isso, precisamos abandonar tudo aquilo que Deus já mandou destruir.

O autor de Hebreus nos alerta:

“Tomem cuidado para que ninguém abandone a graça de Deus. Que nenhuma raiz amarga brote entre vocês, pois ela faz grande mal e envenena muita gente.”
📖 Hebreus 12:15 (NTLH)

Precisamos viver como filhos de Deus, demonstrando através da nossa vida que pertencemos ao Senhor.

Uma vitória pode nos alegrar.
Uma derrota pode nos despertar.
Mas uma reflexão sincera diante de Deus pode transformar completamente a nossa caminhada.

Para seguir em frente, é necessário deixar para trás tudo aquilo que Deus mandou destruir.

E, como o apóstolo Paulo ensina:

“Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo.”
📖 2 Coríntios 5:17 (NTLH)

Que hoje seja um dia de renovo, arrependimento e intimidade com Deus.

Que o Senhor te abençoe! 🙏

 

Cláudio Eduardo M Costa

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

DEUS DERRUBA MURALHAS, SÓ PRECISAMOS OBEDECER! - Josué 6 - A CONQUISTA DE JERICÓ

 


DEUS DERRUBA MURALHAS, SÓ PRECISAMOS OBEDECER!

Josué 6

 

Hoje quero refletir com você sobre como vencer obstáculos que parecem impossíveis — ou melhor, como derrotar aquilo que parece maior, mais forte e mais ameaçador do que nós.

Estamos em Josué 6, no momento em que Israel se prepara para conquistar Jericó.

Deus havia conduzido o povo até Canaã. Antes da batalha, porém, o Senhor trabalhou a identidade e a santidade do Seu povo. Agora, tudo estava pronto para avançar.

A conquista de Jericó é um dos acontecimentos mais extraordinários do Antigo Testamento. Era a primeira grande cidade de Canaã a ser vencida, demonstrando não a força militar de Israel, mas o poder sobrenatural de Deus.

Jericó parecia impenetrável aos olhos humanos. Suas muralhas transmitiam segurança, força e proteção. Porém, dentro daquela cidade existia medo, insegurança e pavor.

A Bíblia diz:

“Os portões da cidade de Jericó estavam muito bem fechados, para não deixar que os israelitas entrassem. Ninguém podia entrar, nem sair da cidade.”
(Josué 6:1 — NTLH)

Enquanto os moradores se escondiam atrás das muralhas, do lado de fora o povo de Deus marchava em obediência.

Imagine a cena.

Os moradores de Jericó observavam Israel andando em volta da cidade, dia após dia. Talvez pensassem:

“Que estratégia é essa?”
“O que esse povo pretende?”
“Por que continuam andando em círculos?”

Mas Israel estava aprendendo algo fundamental: obedecer ao Senhor, mesmo sem entender completamente os planos de Deus.

Que maravilhoso seria se nós também tivéssemos um coração obediente diante do Senhor.

As muralhas não caíram por causa de uma estratégia militar. Não houve ataque direto, armas ou força humana suficiente para derrubar Jericó.

O que houve foi obediência.

A Palavra de Deus diz:

“Vocês marcharão em volta da cidade, todos os homens de guerra, uma vez por dia, durante seis dias.”
(Josué 6:3 — NTLH)

Eu fico imaginando aquela caminhada.

Israel marchava sem saber exatamente o que aconteceria. E o povo de Jericó observava aquela marcha também sem compreender o que Deus estava fazendo.

Os sacerdotes tocavam as cornetas. As muralhas permaneciam de pé.

Um dia…
Dois dias…
Três dias…
Quatro dias…
Cinco dias…
Seis dias…

Talvez alguém pensasse que nada estava acontecendo.

Mas Deus estava trabalhando.

No sétimo dia, o povo veria o poder do Senhor se manifestando de maneira extraordinária.

Muitas vezes, Deus também está trabalhando em nossa vida enquanto caminhamos em obediência.

Nem sempre entendemos os processos de Deus. E Deus não tem obrigação de nos revelar tudo antecipadamente. Muitas vezes, Ele apenas nos dá uma direção — e espera que obedeçamos.

Vivemos dias em que as pessoas querem entender primeiro para depois obedecer. Mas a fé verdadeira nos ensina que, muitas vezes, precisamos caminhar antes da resposta aparecer.

Obediência exige confiança.

Se eu confio no Senhor, eu obedeço ao Senhor.

Quais muralhas hoje estão diante de você?

  • Medo?
  • Desânimo?
  • Falta de perdão?
  • Crises familiares?
  • Cansaço espiritual?
  • Desejo de desistir?

Mesmo quando parece que nada está acontecendo, Deus continua agindo enquanto permanecemos obedientes.

É difícil obedecer em tempos de espera. Mas é exatamente nesses momentos que Deus fortalece nossa fé.

Então chega o sétimo dia.

Josué declara:

“Quando ouvirem o toque comprido das cornetas, todo o povo gritará bem alto. Então as muralhas da cidade cairão.”
(Josué 6:5 — NTLH)

E foi exatamente assim.

Aquele grito não foi apenas um grito de guerra. Foi um grito de fé, adoração, confiança e exaltação ao Senhor.

As muralhas caíram não pela força humana, mas pelo poder de Deus.

Mas existe outro detalhe maravilhoso nesse capítulo.

Enquanto as muralhas vieram abaixo, a casa de Raabe permaneceu de pé.

Que imagem poderosa da graça de Deus.

Raabe reconheceu que o Deus de Israel era o único Deus verdadeiro, e sua fé trouxe salvação para toda a sua família.

A graça do Senhor alcançou aquela mulher.

Isso nos lembra que Deus conhece cada pessoa individualmente. Ele vê nossa história, nossas lutas e nosso coração.

Você tem reconhecido Deus como Senhor da sua vida?

Você tem colocado sua fé, sua esperança e sua confiança no Senhor?

Ao final do capítulo, encontramos uma declaração muito importante:

“E o Senhor Deus estava com Josué.”
(Josué 6:27 — NTLH)

Josué venceu porque caminhava com Deus.

Mais importante do que ver muralhas caindo é saber que o Senhor está conosco.

Mais importante do que o milagre é a presença de Deus.

Por isso, precisamos deixar de lado:

  • o medo;
  • a insegurança;
  • a covardia;
  • a dúvida;
  • tudo aquilo que nos impede de confiar plenamente no Senhor.

Precisamos continuar obedecendo a Deus em cada passo, em cada decisão e em cada circunstância.

Porque quando Deus está conosco, nenhuma muralha permanece de pé.

Que o Senhor abençoe profundamente o seu dia.

E lembre-se:

Não importa o tamanho da muralha.
Quando caminhamos em obediência, Deus luta por nós.


 

Cláudio Eduardo M. Costa

QUANDO NÃO PEDIMOS CONSELHO A DEUS, PODEMOS SER ENGANADO! Josué 9

  QUANDO NÃO PEDIMOS CONSELHO A DEUS, PODEMOS SER ENGANADO! Josué 9   Quantas decisões erradas nós evitaríamos se, antes de agir, pará...