sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

O PRÍNCIPE DO EGITO – UMA MISSÃO: DEUS CONDUZINDO A HISTÓRIA (Êxodo 2) - THE PRINCE OF EGYPT – A MISSION: GOD GUIDING HISTORY (Exodus 2)

 


O PRÍNCIPE DO EGITO – UMA MISSÃO: DEUS CONDUZINDO A HISTÓRIA

(Êxodo 2)

 

Chegamos ao segundo dia do ano de 2026.


— Como estão os seus projetos?

— E os seus sonhos?

— De que maneira você tem discernido o propósito de Deus para a sua vida neste novo ano?

 

Sabemos que o caminho inclui desafios e lutas, mas também vitórias, porque o Deus que promete é fiel para cumprir.

 

No capítulo 1 de Êxodo, encerramos a leitura com uma decisão cruel do faraó, rei do Egito: todos os meninos hebreus deveriam ser lançados no rio Nilo. O objetivo era enfraquecer o povo de Israel, pois ele crescia, se fortalecia e se tornava cada vez mais numeroso. A opressão aumentava, mas, paradoxalmente, quanto mais o povo era afligido, mais crescia e se fortalecia.

 

Agora, no capítulo 2, esse decreto já está em vigor. Crianças são lançadas ao rio para morrer afogadas ou serem devoradas pelos crocodilos do Nilo. A intenção era clara: eliminar os homens do povo de Deus.

Essa realidade nos faz refletir. Ainda hoje, o inimigo atua de maneira semelhante, tentando destruir a influência da família e do povo de Deus na sociedade. Contudo, o povo de Deus continua sendo chamado para fazer a diferença, pois é mais forte do que qualquer sistema contrário à vontade do Senhor.

 

O capítulo 2 de Êxodo começa com uma história simples, mas profundamente poderosa: um homem e uma mulher da tribo de Levi se casam. A mulher engravida e dá à luz um filho. O texto diz que ela viu que o menino era “muito bonito” e o escondeu por três meses.

 

Essa expressão “muito bonito” ecoa Gênesis 1, quando Deus contempla a sua criação e declara que tudo era muito bom. Não se trata apenas de beleza física, mas de propósito divino. Deus cria com intenção, com destino, com missão.

 

O nome da mãe de Moisés é Joquebede. Ao olhar para o seu filho, ela percebe que havia algo mais: Deus tinha um plano para aquela criança. No entanto, após três meses, já não era possível escondê-lo. O choro, os movimentos e a própria rotina tornaram isso inviável.

Chegou, então, o momento de uma decisão: obedecer ao decreto do rei ou confiar plenamente em Deus.

 

Joquebede prepara um cesto de junco, impermeabiliza-o e coloca o menino dentro, depositando-o no rio Nilo. Ao mesmo tempo, de forma extraordinária, a filha de faraó desce ao rio para se banhar. Ela vê o cesto, ouve o choro da criança e manda buscá-lo.

Ao abrir o cesto, algo acontece: ela não se encanta apenas com o bebê, mas é tocada pela graça de Deus. O texto diz que ela teve compaixão e reconheceu que se tratava de um menino israelita.

Nesse momento, Miriam, irmã de Moisés, se aproxima com sabedoria e pergunta se poderia chamar uma mulher hebreia para amamentar a criança. Deus estava conduzindo cada detalhe. A própria mãe de Moisés passa a cuidar do filho, agora sob proteção real.

 

Mesmo contrariando o decreto do faraó, a filha do rei não apenas preserva a vida de Moisés, mas o adota como filho. No versículo 10, ela lhe dá o nome de Moisés, dizendo: “Porque das águas o tirei”.

 

Moisés cresce no palácio do Egito, como príncipe, mas carrega dentro de si os valores e a identidade do povo de Deus. Ainda quando criança, recebeu fundamentos que jamais seriam apagados. Como diz a Escritura: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”

Já adulto, Moisés presencia um egípcio maltratando um hebreu. Impulsivamente, tenta resolver a situação com as próprias mãos e acaba matando o egípcio. Ao perceber que seu ato foi descoberto, sente medo e foge para a terra de Midiã.

 

Ali, sentado à beira de um poço, Moisés vê as filhas de Jetro sendo expulsas por pastores. Mais uma vez, o propósito de Deus se manifesta: Moisés se levanta, as defende e dá água aos seus rebanhos.

Esse gesto muda o rumo da sua história. Moisés é acolhido por Jetro, passa a viver em sua casa e se casa com Zípora. Eles têm um filho, a quem Moisés chama de Gérson, dizendo: “Sou peregrino em terra estrangeira.”

Ele compreendia que nem o Egito nem Midiã eram o seu destino final. O seu lugar era o centro da vontade de Deus, rumo à terra prometida.

 

O capítulo 2 termina com uma declaração poderosa: Deus viu a aflição do seu povo, ouviu o seu clamor e se compadeceu deles. A história não havia terminado — estava apenas começando.

 

Deus levanta pessoas para cumprir propósitos eternos. Ele cuida da sua criação e não tolera a crueldade contra aqueles que ama.

Que neste novo ano possamos confiar plenamente no cuidado do Senhor, na sua graça e na sua fidelidade. Que sigamos caminhando com Deus, aprofundando nossa intimidade com Ele por meio da Sua Palavra, certos de que Ele tem coisas grandiosas para realizar em nós e através de nós.

 

Que o seu dia seja ricamente abençoado em Cristo Jesus.

 

Cláudio Eduardo
Pastor

 

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

É PRECISO SAIR DO EGITO! - WE MUST LEAVE EGYPT! 📖 Exodus 1

 


É PRECISO SAIR DO EGITO!

📖 Êxodo 1

 

Chegamos a 2026, um presente de Deus. Um novo ano que nos oferece a oportunidade de agradecer ao Senhor por Suas bênçãos e, ao mesmo tempo, de sermos instrumentos de bênção na vida de outras pessoas. Afinal, é para isso que estamos aqui.

 

Iniciamos uma nova jornada: a Caminhada Bíblica 2026. Ao longo deste ano, dia após dia, 365 dias, estaremos lendo a Palavra do Senhor — um capítulo por dia — crescendo na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Começamos com o livro de Êxodo. A palavra “Êxodo” significa saída e narra o início da libertação do povo de Deus do Egito. O Egito não era o destino final. O Egito não é o nosso lugar.

 

Quando Jacó desceu ao Egito, ele foi com cerca de 70 pessoas. Êxodo 1:5 nos lembra que esse era o número dos descendentes diretos que chegaram ali. Porém, aquilo que começou pequeno tornou-se grandioso.

 

No capítulo 1, verso 7, lemos que os descendentes de Jacó cresceram, multiplicaram-se e se tornaram numerosos e fortes, espalhando-se por toda a terra do Egito. Antes estavam restritos à região de Gósen; agora, estavam por todo o país. Isso começou a incomodar os egípcios.

 

E aqui há uma lição importante: onde o povo de Deus está, ele incomoda. Incomoda não por violência, mas por testemunho. Incomoda porque carrega luz. Incomoda porque não se acomoda. O povo de Israel manteve sua identidade, sua fé, sua adoração e sua esperança no Deus eterno — o Deus que cria, promete e cumpre.

 

O crescimento do povo de Deus gerou medo no coração do faraó. Ele passou a enxergar os israelitas como uma ameaça. No verso 8, um novo rei se levanta no Egito e declara: “Vejam, o povo de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós.” A partir desse medo, o faraó começa a imaginar cenários de guerra e perda de poder.

Então surge uma estratégia perversa: oprimir, escravizar e destruir. O faraó decide tornar a morte dos inocentes algo “natural” e ordena às parteiras que matem os meninos hebreus ao nascerem. As parteiras, chamadas Sifrá e Puá, porém, temiam a Deus e não obedeceram à ordem do rei. Pelo contrário, preservaram a vida.

 

Mesmo sob opressão, mesmo diante da crueldade, Deus continuava agindo. O texto nos mostra que quanto mais os israelitas eram afligidos, mais cresciam e se multiplicavam. A vida deles se tornou amarga, foram tratados com dureza e obrigados a trabalhos pesados, mas a mão do Senhor estava sobre aquele povo.

 

Êxodo 1:12 declara algo extraordinário: quanto mais eram oprimidos, mais se multiplicavam. E no verso 21 vemos que o povo se tornou ainda mais forte.

 

Ao ler esse capítulo, lembramos da promessa feita a Abraão: “Você será pai de uma grande nação.” Deus estava cumprindo Sua promessa. E agora, Ele começaria o processo de retirar o povo do Egito e conduzi-lo rumo à terra prometida, Canaã.

Isso nos leva a refletir sobre nossa própria caminhada. O Egito não é o nosso lugar. Canaã representa a promessa, o propósito e a vontade de Deus. Mas, enquanto ainda estamos no “Egito”, somos chamados a incomodar — não com arrogância, mas com a luz de Cristo.

 

Independentemente das pressões, das dificuldades ou das amarguras, continuamos firmes, mantendo nossa identidade cristã, vivendo com ética, justiça e uma experiência constante com o Senhor.

 

Que 2026 seja um ano de novas perspectivas. Um ano de crescimento espiritual, de compromisso com a Palavra e de avanço na missão. Que escolhamos viver como o povo de Deus: fiéis, perseverantes e cheios de esperança.

Setenta chegaram ao Egito. Uma grande multidão se preparava para sair rumo à promessa.

 

Vamos nessa?

Que Deus abençoe o seu dia, o seu novo ano e que 2026 seja um ano de grandes vitórias para você e para toda a sua família.

 

Cláudio Eduardo
Pastor

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

UM NOVO ANO, UM NOVO CLAMOR: APRENDENDO A PEDIR SEGUNDO A VONTADE DE DEUS



UM NOVO ANO, UM NOVO CLAMOR: APRENDENDO A PEDIR SEGUNDO A VONTADE DE DEUS



Imagine se Deus aparecesse hoje a você e dissesse:

“Peça o que você quiser, e Eu lhe darei.”


Mas com um detalhe importante: apenas um pedido.

Não se trata do gênio da lâmpada de Aladdin, com três desejos. É um só.

O que você pediria?


Chegamos ao último dia de 2025, e este é, acima de tudo, um tempo de reflexão. Antes de pensarmos em como será o novo ano, precisamos nos colocar diante do Senhor em gratidão. Se chegamos até aqui, não foi por mérito próprio, mas porque a graça, a misericórdia e a fidelidade de Deus nos sustentaram.


É nesse contexto que quero convidar você a refletir sobre a experiência de Salomão, registrada em 1 Reis 3.5–15, um texto que nos ensina profundamente como pedir segundo a vontade de Deus.





UM CORAÇÃO HUMILDE DIANTE DE DEUS

Salomão estava no início do seu reinado. Filho do rei Davi, agora carregava sobre seus ombros a responsabilidade de governar Israel. Após oferecer sacrifícios ao Senhor em Gibeão, Deus lhe aparece em sonho e diz:

“Peça o que você quer que Eu lhe dê.”


A resposta de Salomão revela algo que precisamos reaprender: humildade.


Antes de pedir qualquer coisa, ele começa agradecendo a Deus pela fidelidade demonstrada ao seu pai, Davi. Reconhece que não chegou ali sozinho e, em seguida, faz uma confissão sincera:


“Eu não passo de uma criança; não sei como devo agir.”


Reconhecer as próprias limitações é o primeiro sinal de verdadeira sabedoria. Salomão sabia que governava um povo que não era dele, mas o povo de Deus. Ele compreendia o peso da missão e a sua incapacidade humana diante dela.


Assim como Davi, Salomão se apresenta diante do Senhor com um coração íntegro, sem máscaras, reconhecendo que Deus é Deus — e que ao homem cabe obedecer e depender.





UM PEDIDO ALINHADO À MISSÃO

Chega, então, o momento do pedido. Salomão diz:


“Dá, pois, ao teu servo um coração compreensivo para governar o teu povo, para que, com prudência, saiba discernir entre o bem e o mal.”


Ele não pede riquezas, longevidade ou vitória sobre inimigos.

Ele pede sabedoria, porque conhece sua missão e sabe que não pode cumpri-la sem Deus.


Aqui está um princípio fundamental para 2026:

Quando sabemos quem somos, entendemos nossa missão e reconhecemos a grandeza de Deus, nossos pedidos se tornam mais alinhados ao coração do Senhor.





A RESPOSTA GENEROSA DE DEUS

Deus se agrada profundamente do pedido de Salomão e responde:


“Já que você pediu discernimento e não pediu riquezas, honra ou a morte dos seus inimigos, eu lhe darei um coração sábio e inteligente. E também lhe darei o que você não pediu: riquezas e glória.”


Quando buscamos aquilo que Deus deseja gerar em nós, Ele cuida do resto.


O próprio Jesus ensinou que não devemos viver ansiosos pelas coisas desta vida, mas buscar primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo mais nos será acrescentado.





UMA CONDIÇÃO PARA UMA VIDA ABENÇOADA

Deus, porém, estabelece uma condição clara:


“Se você andar nos meus caminhos e guardar os meus estatutos e mandamentos, prolongarei os seus dias.”


Não existe vida cristã sem compromisso.

Andar com Deus exige obediência, fidelidade e perseverança.





UM MARCO ESPIRITUAL PARA O NOVO ANO

O texto termina dizendo que Salomão acordou do sonho, voltou para Jerusalém, colocou-se diante da arca da aliança, ofereceu sacrifícios e celebrou com seus oficiais.


Isso nos ensina que encontros verdadeiros com Deus geram marcos espirituais.


Por isso, neste momento de transição entre 31 de dezembro e 1º de janeiro, façamos o mesmo:


  • Celebremos de joelhos, na presença do Senhor;
  • Agradeçamos pela bondade e fidelidade de Deus;
  • Coloquemos nossas vidas no altar como sacrifício vivo.



Que 2026 seja um ano de bênçãos, crescimento, sabedoria, prosperidade e vitórias, debaixo da graça e da misericórdia do Senhor.


✨ Feliz 2026! Que o seu clamor esteja alinhado com a vontade de Deus.


Cláudio Eduardo M Costa

Pastor 


terça-feira, 30 de dezembro de 2025

SEJA FORTE E TENHA CORAGEM “Feliz Ano Novo!” - Be strong and courageous. Happy New Year!

 


SEJA FORTE E TENHA CORAGEM

“Feliz Ano Novo!”


Essa é uma frase que ouvimos repetidamente na transição de um ano para outro, na mudança de ciclos. 2025 está indo embora, 2026 está chegando. E, diante disso, surgem perguntas inevitáveis:
Como eu vivi o ano que passou?
De que maneira Deus esteve presente em minha caminhada?
Posso dizer que fui realizado e feliz, apesar dos desafios?
Estou preparado para viver algo novo e ainda maior em 2026?

 

Quero convidar você a refletir sobre um texto bíblico muito especial: Josué, capítulo 1, versos 1 a 9.

Nesse texto, encontramos Deus animando, convocando e ordenando Josué. Até então, Josué havia sido auxiliar de Moisés, seu assistente fiel. Mas agora, Moisés morre. A morte de Moisés traz luto, tristeza e insegurança. No entanto, a vida continua — e quando a vida continua, mudanças são necessárias.

 

O texto bíblico diz:

“Depois da morte de Moisés, servo do Senhor, falou o Senhor a Josué, filho de Num, auxiliar de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, está morto. Levante-se agora, passe este Jordão, você e todo este povo, e entre na terra que eu dou aos filhos de Israel.”
(Josué 1:1–2)

 

A morte de Moisés marca um fim, mas também inaugura um novo começo. Diante das dificuldades, das expectativas e das incertezas, Deus toma a iniciativa. Isso nos ensina algo precioso:
👉 não somos nós que dizemos a Deus o que queremos; é Deus quem revela o que deseja de nós.

 

Para ouvir a voz de Deus, porém, precisamos de algo fundamental: intimidade com o Senhor. Essa é a primeira palavra que devemos guardar para 2026: intimidade com Deus.

Deus continua dizendo a Josué que todo lugar por onde ele pisar será dado a ele. O território já estava prometido. No verso 5, encontramos uma declaração poderosa:

“Ninguém poderá resistir a você todos os dias da sua vida. Assim como fui com Moisés, serei com você; não o deixarei nem o abandonarei.”

 

Não se trata de uma força momentânea, nem de um entusiasmo passageiro. É uma promessa para todos os dias da vida. Deus enfatiza: você não está sozinho. Ele não abandona, não deixa, não desampara — a não ser que o próprio ser humano escolha se afastar.

Quantas vezes nos afastamos de Deus por causa do pecado, da arrogância ou da autossuficiência? Por isso, ao iniciarmos 2026, somos chamados a caminhar com humildade diante do Senhor, começando e terminando cada dia com um coração quebrantado diante de Deus e também das pessoas ao nosso redor.

 

Então Deus diz a Josué:

“Seja forte e corajoso, porque você fará este povo herdar a terra que prometi sob juramento aos seus pais.”
(Josué 1:6)

 

Essa ordem não significa que Josué fosse fraco ou covarde. Pelo contrário: as dificuldades, a responsabilidade da liderança e o peso de substituir Moisés poderiam gerar medo. Liderar um povo obstinado como Israel não era tarefa simples. Ainda assim, Deus reafirma:

“Tão somente seja forte e muito corajoso, para ter o cuidado de fazer conforme toda a lei que meu servo Moisés lhe ordenou.”
(Josué 1:7)

 

Aqui aprendemos mais um princípio essencial para 2026: perseverança na Palavra de Deus. Não se desviar nem para a direita nem para a esquerda. O sucesso prometido aqui não é, necessariamente, financeiro, mas espiritual — uma vida plena, feliz e alinhada com a vontade de Deus.

Deus continua:

“Não cesse de falar deste Livro da Lei; medite nele dia e noite, para que você tenha o cuidado de fazer segundo tudo o que nele está escrito. Então você prosperará e será bem-sucedido.”
(Josué 1:8)

Meditar, viver, compartilhar e se encher da Palavra gera algo maravilhoso: o medo perde força e a confiança em Deus cresce.

 

Por fim, Deus conclui com uma das declarações mais conhecidas e encorajadoras da Bíblia:

“Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso. Não tenha medo, nem fique assustado, porque o Senhor, seu Deus, estará com você por onde quer que andar.”
(Josué 1:9)

 

Diante de tudo isso, podemos resumir o chamado de Deus para este novo ano em algumas palavras-chave:
intimidade com Deus, humildade, fidelidade, perseverança na Palavra e obediência.

Porque coragem bíblica não é ausência de medo, mas é obedecer sem negociar, confiando que Deus está conosco.

 

Para 2026, guarde isso no coração. Se for preciso, escreva no espelho, anote em lugares visíveis, repita em oração:
“Seja forte e corajoso, porque Deus está comigo.”

 

Essa é a palavra para o novo ano.

E seguimos juntos na Caminhada Bíblica 2026, crendo que Deus ainda tem coisas grandiosas a falar aos nossos corações.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

 

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