terça-feira, 3 de março de 2026

OBEDIÊNCIA QUE REVELA QUEM É O NOSSO DEUS... - Levítico 22

 


OBEDIÊNCIA QUE REVELA QUEM É O NOSSO DEUS...

Levítico 22


 

Se Deus é realmente o Senhor da sua vida, como Ele está presente nas suas escolhas?
Ou melhor: como as suas escolhas provam que Deus é o seu Senhor?

 

Há uma verdade que ecoa por toda a Bíblia como um trovão atravessando gerações: Deus exige obediência do seu povo.

Em Levítico 22:31–33 (NTLH) lemos:

“Obedeçam às minhas leis. Eu sou o Senhor.
Não façam nada que desonre o meu santo nome. Todo o povo de Israel deve reconhecer que eu sou o Santo.
Eu sou o Senhor, que os separei para mim.
Eu os tirei da terra do Egito para ser o Deus de vocês. Eu sou o Senhor.”

Ao ler esse texto, algumas verdades se destacam de forma poderosa.


 

1. A identidade de Deus não é negociável

Deus repete: “Eu sou o Senhor.”

Ele não está pedindo reconhecimento. Ele está afirmando autoridade.

Obediência não é uma sugestão divina.
Não é uma proposta opcional.
É uma resposta esperada daquele que reconhece quem Deus é.

Quando entendemos que Ele é o Senhor, compreendemos que nossa vida não nos pertence.


 

2. A obediência é resposta à graça

Antes de exigir obediência, Deus relembra o livramento:

“Eu os tirei da terra do Egito para ser o Deus de vocês.” (Levítico 22:33 – NTLH)

Primeiro vem a libertação.
Depois vem a responsabilidade.

Deus age com graça, misericórdia e livramento — e então chama o povo à obediência.

Isso continua verdadeiro hoje.
Em Cristo, fomos libertos do pecado. E a resposta natural à redenção é uma vida de submissão e santidade.


 

3. O nome de Deus está ligado ao nosso testemunho

O Senhor diz:

“Não façam nada que desonre o meu santo nome.” (Levítico 22:32 – NTLH)

A identidade de Deus estava ligada ao comportamento do seu povo.

Não existe como carregar o nome de Deus e viver de qualquer maneira.
Nossa vida comunica quem Deus é — ou, pelo menos, como dizemos enxergá-lo.

Cada atitude nossa fala algo sobre o Senhor.


 

4. Levítico no século XXI: como aplicar?

Levítico foi escrito há milhares de anos. Havia leis cerimoniais específicas para Israel. Mas os valores revelados ali permanecem imutáveis, porque o caráter de Deus não muda.

A Bíblia afirma:

“Eu, o Senhor, não mudo.” (Malaquias 3:6 – NTLH)

Se Deus continua sendo santo, Ele continua chamando seu povo à santidade.

E como isso se manifesta hoje?

  • Manter pureza moral em uma cultura hipersexualizada.
  • Permanecer íntegro quando a corrupção parece normal.
  • Falar a verdade quando a mentira virou estratégia.
  • Honrar o nome de Deus nas redes sociais, no trabalho e na família.
  • Ser coerente entre o que pregamos e o que vivemos.

Obedecer hoje é viver de forma consistente com a fé que professamos.


 

5. Promessas exigem compromisso

Muitas vezes queremos as promessas, mas resistimos ao compromisso.
Queremos bênçãos, mas evitamos a obediência.

Contudo, Deus continua dizendo:

“Eu sou o Senhor.”

Ele define os padrões.
Ele governa nossas escolhas.
Ele estabelece o que é santo.

O mundo pode mudar.
A cultura pode negociar valores.
A santidade pode ser vista como exagero.

Mas Deus continua sendo o Santo — e continua chamando seu povo a refletir Seu caráter.


 

Conclusão

Obediência não é legalismo.
É relacionamento.

Obedecemos porque fomos libertos.
Vivemos em santidade porque pertencemos a Ele.
Refletimos Seu caráter porque carregamos Seu nome.

Que hoje nossas escolhas declarem, com convicção:

Ele é o Senhor.


 

Que o seu dia seja muito abençoado na presença do Senhor.

 

Cláudio Eduardo M Costa

 

segunda-feira, 2 de março de 2026

CHAMADOS AO SACERDÓCIO... Levítico 21

 


CHAMADOS AO SACERDÓCIO...

Levítico 21

 

Como está o seu relacionamento com Deus?

 

Ao chegarmos ao capítulo 21 de Levítico, somos desafiados a compreender o papel do sacerdote no Antigo Testamento — e, mais do que isso, a refletir sobre como esses princípios se aplicam aos nossos dias.

 

É verdade que Levítico apresenta leis cerimoniais que foram cumpridas em Jesus Cristo. Porém, a essência dos valores permanece. A santidade de Deus não mudou. O Deus que buscava intimidade com Seu povo no deserto continua buscando intimidade conosco hoje.


 

O Sacerdócio no Antigo Testamento

Em Levítico 21, encontramos orientações específicas para os descendentes de Arão que exerciam o sacerdócio. Um trecho que costuma gerar dúvidas está nos versículos 16 e 17:

“O Senhor Deus disse a Moisés:
— Diga a Arão que nenhum dos seus descendentes que tiver algum defeito físico poderá oferecer os sacrifícios de alimento ao seu Deus.”

(Levítico 21:16–17 – NTLH)

 

À primeira vista, pode parecer exclusão ou preconceito. No entanto, o texto não trata de rejeição espiritual, mas de função específica.

O serviço sacerdotal exigia atividades físicas intensas: manusear os animais do sacrifício, carregar peso, caminhar constantemente no tabernáculo, realizar rituais detalhados diante do altar. Havia inclusive limite de idade para o exercício da função. Era um trabalho que exigia plena capacidade física.

O próprio capítulo deixa claro que esses descendentes continuavam pertencendo à família sacerdotal. Eles não eram excluídos do povo de Deus.

O verso 22 afirma:

“Ele poderá comer da comida sagrada oferecida a Deus.”
(Levítico 21:22 – NTLH)

Ou seja, pertenciam à família, eram sustentados pelas ofertas e continuavam sendo parte do povo. Não se tratava de rejeição, mas de cuidado e organização do serviço.


 

O Sacerdócio em Cristo

Diante disso, surge a pergunta: ainda existe sacerdócio hoje?

No Antigo Testamento, o sacerdote era o mediador entre Deus e o povo. Ele apresentava os sacrifícios e intercedia pelos pecados da nação.

Mas, com a morte de Jesus, algo extraordinário aconteceu. O véu do templo foi rasgado, simbolizando que o acesso a Deus estava aberto. Não precisamos mais de um mediador humano.

A Bíblia declara:

“Jesus é o Sumo Sacerdote de que precisávamos. Ele é santo, não tem defeito nem mancha, está separado dos pecadores e foi elevado acima dos céus.”
(Hebreus 7:26 – NTLH)

Jesus cumpriu perfeitamente o sacerdócio.


 

O Sacerdócio da Igreja

Se o sacerdócio levítico não existe mais, qual é o nosso papel hoje?

A Palavra nos ensina que todos os que pertencem a Cristo participam de um sacerdócio espiritual:

“Vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação santa, o povo que pertence a Deus.”
(1 Pedro 2:9 – NTLH)

Hoje, cada cristão exerce uma função sacerdotal: viver em comunhão com Deus e interceder pelas pessoas.

 

E como exercemos esse sacerdócio?

O apóstolo Paulo nos orienta:

“Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele.”
(Romanos 12:1 – NTLH)

O altar mudou.
O sacrifício mudou.
Mas a santidade de Deus continua a mesma.


 

Um Chamado Atual

Ser sacerdote hoje não é exercer um ritual no templo. É oferecer a própria vida a Deus. É viver em santidade, em intimidade, em serviço.

Somos chamados a refletir o caráter do nosso Sumo Sacerdote. Somos chamados a servir com dedicação, reverência e amor.

Que possamos responder a esse chamado com alegria.

 

Que Deus abençoe o seu dia.

 

Cláudio Eduardo M. Costa

domingo, 1 de março de 2026

SANTIDADE É PERTENCIMENTO... Levítico 20

 


SANTIDADE É PERTENCIMENTO...

Levítico 20

 

Você já ouviu a expressão: “Santidade é pertencimento”?

 

Ao lermos o capítulo 20 de Levítico, encontramos orientações sérias sobre punições para práticas que corrompiam a vida do povo de Deus. À primeira vista, o texto pode parecer apenas uma lista de penalidades. No entanto, quando lemos com atenção, percebemos algo mais profundo: Deus está protegendo a identidade do Seu povo.

 

Santidade não significa superioridade. Não significa que somos melhores do que os outros. Santidade significa entender que pertencemos a um Deus que é santo — e, por pertencermos a Ele, somos chamados a refletir o Seu caráter em todas as circunstâncias.

 

Nos versículos 7 e 8, Deus declara:

“Consagrem-se a mim e sejam santos, pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Obedeçam às minhas leis e as cumpram. Eu sou o Senhor, que os santifico.”
(Levítico 20:7–8 – NTLH)

Santidade é consagração.
Santidade é separação com propósito.
Santidade é identidade.

 

Mais adiante, no verso 26, Deus reforça:

“Vocês devem ser santos porque eu, o Senhor, sou santo. Eu os separei dos outros povos para que vocês sejam somente meus.”
(Levítico 20:26 – NTLH)

 

Aqui está o coração do capítulo: “para que vocês sejam somente meus.”

Santidade é pertencimento.
Pertencimento exclusivo a Deus.


 

Santidade é Identidade

Levítico nos ensina que ser santo é ser distinto. É viver os valores do Reino em meio a uma cultura que muitas vezes caminha na direção oposta.

Somos chamados a:

  • Praticar justiça em meio à corrupção;
  • Viver fidelidade onde há idolatria;
  • Preservar pureza moral em meio à confusão e imoralidade;
  • Refletir o caráter de Deus em nossos relacionamentos.

A separação que Deus propõe não é isolamento social, mas distinção espiritual. Está na forma como nos relacionamos com Deus e com as pessoas ao nosso redor.


 

Santidade no Novo Testamento

Alguns podem dizer que Levítico pertence à lei cerimonial do Antigo Testamento. Porém, o princípio da santidade atravessa toda a Escritura.

 

O apóstolo Pedro escreve à igreja:

“Vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação santa, o povo que pertence a Deus.”
(1 Pedro 2:9 – NTLH)

Agora, o povo de Deus não é definido por descendência consanguínea, mas por fé em Jesus Cristo. Todo aquele que reconhece Jesus como Senhor e Salvador passa a fazer parte desse povo exclusivo.

 

Jesus também nos ensinou sobre essa identidade quando disse:

“Eles não são do mundo, como eu também não sou.”
(João 17:16 – NTLH)

Estamos no mundo, mas não pertencemos a ele.

Santidade é viver essa identidade todos os dias.


 

Um Chamado Atual

Falar de santidade não é radicalismo religioso. É falar de espiritualidade verdadeira. É falar do relacionamento que Deus deseja ter conosco.

O mesmo Deus que falou em Levítico continua nos chamando hoje:

“Sejam santos, pois eu sou santo.”
(1 Pedro 1:16 – NTLH)

Santidade é saber a quem pertencemos.
Santidade é viver coerentemente com essa identidade.
Santidade é refletir o caráter de Deus neste mundo.

Repita comigo:
Fomos separados para Deus, para refletir a Sua santidade neste mundo.

Que possamos viver essa identidade com alegria, coragem e fidelidade.

 

Que Deus abençoe o seu dia.

 

Cláudio Eduardo M. Costa

sábado, 28 de fevereiro de 2026

SANTIDADE, DIGNIDADE HUMANA E A LEI DE DEUS NA PRÁTICA... Levítico 19

 


SANTIDADE, DIGNIDADE HUMANA E A LEI DE DEUS NA PRÁTICA...

Levítico 19

 

Hoje quero convidar você a refletir comigo sobre um dos capítulos mais belos e práticos do livro de Levítico. O capítulo 19 nos apresenta um tema profundo e extremamente atual: santidade vivida no cotidiano, expressa por meio da dignidade humana, da justiça e do amor ao próximo.

Historicamente, muitas pessoas entenderam santidade como isolamento. Na Idade Média, por exemplo, alguns que desejavam viver uma vida santa se enclausuravam em mosteiros. A ideia era que o contato com o mundo levava ao pecado, portanto, afastar-se das pessoas seria o caminho para encontrar Deus.

Ainda hoje vemos algo parecido. Há quem pense que santidade é subir montanhas, cumprir promessas, fazer votos ou buscar experiências extraordinárias.

Mas Levítico 19 nos apresenta uma visão diferente.

Logo no início do capítulo, Deus declara:

“Sejam santos, pois eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo.”
(Levítico 19:2 – NTLH)

Não é apenas um convite à santidade — é uma revelação do que significa ser santo.


Santidade no Relacionamento Familiar

Após chamar o povo à santidade, Deus começa falando sobre relacionamentos dentro da família:

“Respeite cada um o seu pai e a sua mãe.”
(Levítico 19:3 – NTLH)

A santidade começa dentro de casa. Começa no respeito, na honra, na valorização da família. Não existe santidade verdadeira que despreze os relacionamentos mais próximos.


Santidade no Trabalho e no Descanso

O capítulo também menciona o sábado e o descanso. Isso nos ensina que nem tudo na vida é trabalho. Há tempo para descansar e confiar em Deus.

Além disso, o texto fala sobre justiça nas relações de trabalho e respeito ao próximo. Seja empregador ou empregado, o princípio é o mesmo: dignidade e respeito.


Santidade e Justiça

Deus também orienta sobre a prática da justiça:

“Não sejam injustos nos julgamentos; não favoreçam os pobres nem procurem agradar os ricos. Julguem com justiça.”
(Levítico 19:15 – NTLH)

O Deus a quem servimos não é parcial. Ele é justo. E quem reflete o caráter de Deus deve agir com justiça, sem favoritismo, sem corrupção, sem manipulação.


Santidade e Respeito aos Idosos

Outro princípio belíssimo aparece no verso 32:

“Fiquem de pé na presença das pessoas idosas e mostrem respeito pelos mais velhos.”
(Levítico 19:32 – NTLH)

Séculos antes de qualquer legislação moderna, Deus já ensinava sobre honra e respeito aos idosos. Em nossos dias, vemos leis que garantem assentos preferenciais e direitos específicos. Mas a Palavra de Deus vai além da obrigação legal: ela fala de honra no coração.


Santidade e Amor ao Estrangeiro

Deus também orienta sobre o tratamento aos estrangeiros:

“Não maltratem os estrangeiros que vivem na terra de vocês. Tratem os estrangeiros que moram no meio de vocês como se fossem israelitas natos. Amem esses estrangeiros como vocês amam a vocês mesmos.”
(Levítico 19:33–34 – NTLH)

E Deus lembra ao povo: vocês também foram estrangeiros no Egito. Ou seja, a memória da graça recebida deve gerar graça oferecida.

Santidade não é exclusão. É inclusão. É lembrar da misericórdia que nos alcançou.


A Santidade Resumida por Jesus

Todos esses princípios — respeito, justiça, generosidade, dignidade humana — apontam para algo maior.

Levítico 19 também declara:

“Ame os outros como você ama a você mesmo.”
(Levítico 19:18 – NTLH)

Séculos depois, Jesus reafirmaria esse princípio como um dos maiores mandamentos.

Santidade, portanto, não é isolamento.
Santidade é viver o caráter de Deus no dia a dia.
É amar pessoas.
É praticar justiça.
É agir com honestidade.
É respeitar a dignidade humana.


Uma Decisão Diária

Diante disso, precisamos tomar uma decisão.

Eu quero ser santo, refletindo o caráter de Deus no meu dia a dia.
Quero ser santo amando as pessoas que estão à minha volta.
Quero ser santo porque o Deus a quem sirvo é santo.

 

Que o seu dia seja um dia de santidade prática na presença do Senhor.

 

 

Cláudio Eduardo M. Costa

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS... 📖 Levítico 18

 


A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS...

📖 Levítico 18


Todos os dias escolhemos que caminho seguir, que valores abraçar e que padrão de vida adotar. Que padrão temos escolhido viver? Padrões morais? Padrões espirituais? Como temos caminhado em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado e que, muitas vezes, não quer saber de Deus?

 

Hoje refletimos em Levítico 18, um capítulo que revela a preocupação de Deus com todas as áreas da vida humana, inclusive com a sexualidade, mostrando princípios claros sobre como viver e o que evitar.

 

A Palavra do Senhor diz:

“O Senhor Deus mandou Moisés dizer aos israelitas o seguinte:
— Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
Não sigam os costumes do povo do Egito, onde vocês moravam, nem os costumes do povo de Canaã, a terra para onde eu estou levando vocês. Não vivam de acordo com as leis desses povos. Pelo contrário, obedeçam às minhas leis e guardem os meus mandamentos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Se obedecerem às minhas leis e guardarem os meus mandamentos, vocês viverão. Eu sou o Senhor.”

(Levítico 18:1–5 – NTLH)

 

Logo no início do capítulo, Deus afirma: “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.”

Ele relembra ao povo quem Ele é e quem eles são. Deus conhece a história daquele povo, sabe de onde vieram (Egito) e para onde estão indo (Canaã). Porém, deixa claro que não deveriam viver segundo a promiscuidade do Egito, nem imitar os costumes de Canaã.

 

Deus estabelece um princípio eterno: o Seu povo não deve ser moldado pela cultura ao redor, mas pela Sua Palavra.

Hoje, não estamos debaixo da lei cerimonial descrita em Levítico. Entretanto, os princípios e valores de Deus permanecem. Ele continua sendo o Senhor. Ele continua chamando Seu povo à santidade, à obediência e a uma vida que reflita Seus propósitos.

 

Precisamos decidir quem irá conduzir nossa vida:
os padrões do mundo ou os princípios do Senhor?

 

Que possamos escolher:

  • A obediência em vez da rebeldia;
  • A santidade em vez da permissividade;
  • A fidelidade em vez da influência cultural;
  • Proteger nossa família e honrar o nome do Senhor.

 

Em Jesus Cristo, aprendemos sobre pureza, santidade, amor e misericórdia. Nele encontramos graça para viver de maneira que agrada a Deus.

 

Neste dia, faça a escolha certa.

Entre o Egito e Canaã, escolha obedecer ao Senhor.

Que Deus abençoe o seu dia.


Cláudio Eduardo M. Costa

 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

A CENTRALIDADE DA ADORAÇÃO... - Levítico 17 --- --- The Centrality of Worship... - Leviticus 17



A CENTRALIDADE DA ADORAÇÃO...

Levítico 17

 

O que é adoração para você?
Como você tem vivido o seu relacionamento com Deus?

 

Hoje, ao lermos Levítico 17, somos confrontados com uma verdade muito séria: a adoração precisa ter o centro correto.

 

Em Levítico 17:8-9 (NTLH), lemos:

“Diga a Arão, aos seus filhos e a todos os israelitas o seguinte: Qualquer israelita ou estrangeiro que mora no meio do povo que oferecer um sacrifício que deve ser completamente queimado ou qualquer outra oferta ao Senhor deverá levá-lo até a entrada da Tenda Sagrada. Se não fizer isso, será expulso do meio do povo.”

 

Deus estava ensinando ao povo que o sacrifício não poderia ser feito em qualquer lugar e de qualquer maneira. Não era segundo a vontade individual de cada pessoa. A adoração precisava acontecer no lugar determinado por Deus: a Tenda Sagrada.

 

A mensagem é clara:
Não se adora a Deus do jeito que queremos, mas do jeito que Ele estabelece.

A verdadeira adoração exige obediência.

 

Levítico 17 enfatiza a centralidade do culto. Deus estava protegendo o povo contra a idolatria e contra uma espiritualidade desorganizada, onde cada um faria o que achasse melhor. A adoração precisava ser centralizada, reverente e exclusiva ao Senhor.

 

Hoje, não temos mais a Tenda Sagrada. Não oferecemos mais animais em sacrifício. Mas o princípio continua.

 

No Novo Testamento, Cristo se tornou o centro definitivo da nossa adoração.

O apóstolo Paulo declara em Romanos 11:36 (NTLH):

“Pois todas as coisas foram criadas por ele e para ele. A ele seja a glória para sempre! Amém!”

 

O sacrifício perfeito já foi realizado. Na cruz do Calvário, Jesus entregou sua vida de uma vez por todas. O sangue de Cristo foi derramado para nos purificar de todo pecado.

 

Como afirma Hebreus 9:26 (NTLH):

“Mas agora, no fim dos tempos, ele apareceu uma vez por todas para tirar os pecados por meio do sacrifício de si mesmo.”

 

Se antes o sacrifício era levado à Tenda, hoje tudo o que fazemos deve passar por Cristo.

Nossa adoração não é mais levar um animal ao altar, mas colocar a própria vida diante de Deus.

 

Romanos 12:1 (NTLH) nos ensina:

“Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus.”

 

Levítico 17 continua falando conosco.

A nossa adoração não pode ser dispersa, superficial ou centrada em nós mesmos. Cristo é o nosso altar. Cristo é o nosso sacrifício. Cristo é o centro.

Que vivamos com reverência, respeito e amor ao Senhor.
Que nunca nos esqueçamos de que fomos comprados por um preço altíssimo — o precioso sangue de Jesus.

 

Que Cristo seja, todos os dias, o centro da nossa adoração.

 

Que Deus abençoe profundamente a sua vida e o seu dia.

 

Cláudio Eduardo M Costa

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O DIA DO PERDÃO E O SACRIFÍCIO PERFEITO EM CRISTO... - Levítico 16 - - - - - The Day of Forgiveness and the Perfect Sacrifice in Christ Leviticus 16

 


O DIA DO PERDÃO E O SACRIFÍCIO PERFEITO EM CRISTO

Levítico 16

 

Hoje quero conversar com você sobre um momento extraordinário na história do povo de Israel: o Dia do Perdão, descrito em Levítico 16.

Antes de continuar, deixo um convite: se você ainda não está inscrito no meu canal no YouTube e no blog Humanizando Compaixão, inscreva-se. Será uma alegria ter você caminhando comigo na reflexão da Palavra de Deus.

 

O Dia do Perdão: Um Chamado ao Arrependimento

Levítico 16 nos apresenta o chamado Dia da Expiação. Era um dia solene, separado por Deus para que todo o povo de Israel reconhecesse sua condição pecadora, se humilhasse diante do Senhor e buscasse o Seu perdão.

A orientação era clara:

“No dia dez do sétimo mês vocês jejuarão e não farão nenhum trabalho, nem os israelitas de nascimento nem os estrangeiros que moram no meio de vocês.”
(Levítico 16:29 – NTLH)

Não era um momento individual isolado. Era um dia nacional. Um tempo de autoavaliação coletiva, de arrependimento, de humilhação e total dependência de Deus.

O povo deveria jejuar, parar suas atividades e reconhecer: o pecado nos separa de Deus, e precisamos do Seu perdão.

O Sentido Espiritual do Jejum

Quando penso nesse jejum ordenado por Deus, lembro-me dos ensinamentos de Jesus. Jejuar não é demonstrar tristeza exterior, mas buscar profundamente a presença de Deus.

Mesmo em meio às dores da vida, estar na presença do Senhor deve gerar esperança e alegria no coração.

O Dia do Perdão ensinava três grandes verdades:

  • O pecado nos separa de Deus.
  • O perdão exige sacrifício.
  • A reconciliação depende da iniciativa divina.

O próprio texto afirma:

“Nesse dia o sacerdote fará cerimônias para tirar os pecados de vocês, e vocês ficarão completamente puros diante do Senhor.”
(Levítico 16:30 – NTLH)

 

Uma Sombra que Apontava para Cristo

Ao ler Levítico 16, é impossível não olhar para Jesus.

O Dia do Perdão era uma sombra do que se cumpriria plenamente em Cristo. Todos os anos aquele ritual precisava ser repetido. O sumo sacerdote entrava no Lugar Santíssimo e oferecia o sangue de animais pelo pecado do povo.

Mas o Novo Testamento nos revela algo superior.

O autor de Hebreus nos ensina que Jesus é o nosso Sumo Sacerdote e que Ele não ofereceu sangue de animais, mas o Seu próprio sangue:

“Cristo, porém, veio como Grande Sacerdote das coisas boas que já estão aqui. (…) Ele entrou uma vez por todas no Lugar Santíssimo, não com o sangue de bodes e bezerros, mas com o seu próprio sangue, e conseguiu para nós a salvação eterna.”
(Hebreus 9:11-12 – NTLH)

O que era repetido todos os anos em Israel foi cumprido de uma vez por todas na cruz.

 

O Perdão Hoje

A lei apontava para Cristo. Em Jesus, vivemos a realidade do perdão completo e definitivo.

Se antes havia um dia específico para humilhação e arrependimento, hoje podemos, todos os dias, nos apresentar diante de Deus.

Como ensina a Palavra:

“Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele.”
(Romanos 12:1 – NTLH)

E ainda:

“Por meio de Jesus Cristo, ofereçamos sempre a Deus um sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.”
(Hebreus 13:15 – NTLH)

Hoje, o nosso sacrifício é a nossa vida inteira colocada no altar do Senhor.

 

Olhe para a Cruz

Quando penso no Dia do Perdão, olho para a cruz.

Ela está vazia.
Porque Jesus ressuscitou.

Era eu quem deveria estar ali. Era você. Mas Cristo tomou o nosso lugar. Ele se entregou, derramou Seu sangue e garantiu o perdão eterno para todo aquele que crê.

Por isso, reconheçamos diariamente os nossos pecados. Humilhemo-nos diante do Senhor. Confiemos no sacrifício perfeito, feito uma vez por todas, suficiente para todo o sempre.

Entreguemos nossas vidas a Ele. Confessemos que Jesus Cristo é Senhor. Vivamos experiências profundas e transformadoras na presença do Deus Eterno e Todo-Poderoso.

Que o seu dia seja muito, muitíssimo abençoado em Cristo Jesus.

 

 

Cláudio Eduardo M Costa

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