domingo, 28 de dezembro de 2025

TEMPO DE AVALIAR PARA AVANÇAR! ------ It's time to assess so we can move forward!

 


TEMPO DE AVALIAR PARA AVANÇAR!

— Você já escreveu o seu testamento?
Calma… talvez essa pergunta assuste um pouco. Então vou reformulá-la:

Que legado você está deixando para a sua descendência?

 

Não quero falar de morte, mas de vida. Ainda assim, como cristãos, temos plena consciência de que o nosso tempo nesta terra é passageiro. Por isso, somos chamados a deixar um legado — não apenas material, mas um legado de fé, de valores e de vida com Deus. Afinal, é com Cristo que viveremos eternamente.

 

Pensando nisso, faço um convite a você:
vamos refletir sobre Gênesis, capítulo 49.

Ao longo da caminhada bíblica, acompanhamos a história de Jacó. Um homem impulsivo, que muitas vezes agiu sem planejar, colheu consequências difíceis e enfrentou grandes desafios. No entanto, Jacó teve um encontro pessoal e profundo com Deus — e esse encontro transformou completamente a sua vida.

 

A partir dessa experiência, Jacó se torna um novo homem. Seu nome é mudado para Israel, e sua postura também muda. Passamos a ver alguém que busca a presença do Senhor, que pergunta, que escuta, que levanta altares e estabelece marcos espirituais ao longo da caminhada.

Chegamos, então, a um momento decisivo da sua vida. Aos 147 anos, no fim da jornada terrena, Jacó entende que é hora de conversar com seus filhos. Gênesis 49 começa exatamente assim: um pai reunindo seus filhos para falar palavras que atravessariam gerações.

 

É importante perceber que Jacó não romantiza seus filhos. Ele não ignora erros nem disfarça falhas. Pelo contrário, fala com verdade sobre virtudes e limitações, acertos e escolhas equivocadas. E aqui aprendemos algo precioso:

Deus não ignora o nosso passado, mas a Sua graça é maior do que a nossa história.

O amor e a misericórdia do Senhor são tão poderosos que o passado não precisa dominar o presente, nem determinar o futuro.

 

Por isso, somos chamados a viver o presente com Deus e a sonhar com um futuro de vitória, bênçãos e glória que Ele tem reservado para nós.

 

Estamos na virada de um novo ano — um marco importante. É tempo de reavaliar.
— Como foi 2025 para você?
— Como esteve a sua vida na presença do Senhor?

 

Esse é o momento de sermos honestos com nossas falhas e pecados, porque Deus conhece o nosso coração. É tempo de colocar sonhos no altar e dizer:
“Senhor, eu quero viver os Teus sonhos. Quero viver a Tua soberana vontade.”

 

Que o próximo ano seja um ano de intimidade com Deus, de obediência, de vida plena em Sua presença.

 

Ao abençoar seus filhos, Jacó fala de escolhas erradas, de atitudes impensadas, de forças mal direcionadas que geraram destruição. Mas ele também reafirma algo maior: as promessas do Senhor permanecem firmes.

A promessa feita a Abraão em Gênesis 12 — “em ti serão benditas todas as famílias da terra” é reafirmada agora sobre Jacó e seus filhos. Entre eles, destaco Judá.

Judá errou, falhou e tomou decisões equivocadas ao longo da vida. Ainda assim, Deus tinha um propósito especial para ele. Isso nos ensina que, quando nos arrependemos, buscamos a presença do Senhor e perseveramos, Deus transforma a nossa história.

 

A bênção liberada sobre Judá é profética. Dela procede a linhagem real, e, mais tarde, dela vem Jesus Cristo — o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Essa promessa não alcançou apenas Judá, mas alcança a mim e a você. Somos súditos desse Rei eterno.

 

Diante disso, fica uma verdade para refletirmos:
nossas escolhas têm peso, mas a graça de Deus é maior do que o nosso passado.

 

Busque intimidade com Deus. Viva intensamente na presença do Senhor. Faça seus planos aos pés d’Ele. Assim como Deus falou com Abraão, confirmou a Isaac, a Jacó e a Judá, seja você também uma bênção onde estiver.

 

Jacó encerra sua vida confiando no Senhor.


Nós ainda temos muito a viver enquanto Deus nos permitir.

Por isso, não falemos de medo ou angústia, mas de esperança.
Jesus Cristo é a nossa esperança.

 

Que hoje confiemos a nossa história — a minha e a sua — nas mãos do Senhor.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

sábado, 27 de dezembro de 2025

DIREITO À HERANÇA! - RIGHT TO INHERITANCE!

 


DIREITO À HERANÇA!

 

Você já participou de um encontro de família que acabou se transformando em um momento profundo de lembranças, gratidão e até mesmo em uma verdadeira reunião profética de bênçãos, relembrando tudo o que o Senhor fez e continua fazendo?

 

A Bíblia, a Palavra de Deus, é riquíssima em detalhes. Detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos na correria da vida moderna. Chegamos ao capítulo 48 do livro de Gênesis, e nele aprendemos como encarar o fim da vida com os olhos voltados para aquilo que Deus tem preparado para nós. Nem tudo é para sempre, mas de uma coisa temos absoluta certeza: a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

 

Jacó, aos 147 anos, já no final da sua caminhada, encontra-se fisicamente fraco, enfermo, mas espiritualmente lúcido e fortalecido. Ao saberem de seu estado de saúde, avisam a José. Ele, então, toma seus dois filhos, Manassés e Efraim, e corre ao encontro do pai. Não era apenas uma visita; era também o momento de receber a bênção. Na cultura daquele tempo, o pai, próximo da morte, abençoava seus filhos, transmitindo promessas, legado e herança.

O cenário é profundamente marcante: uma experiência rica de amor, fidelidade, gratidão e cumprimento das promessas do Senhor na vida de Jacó e de sua família. Eles estavam no Egito, na terra de Gósen, haviam prosperado, crescido e experimentado o cuidado de Deus.

O texto bíblico nos diz que Jacó, com grande esforço, senta-se sobre a cama para abençoar seus netos. Mas não se tratava apenas de uma bênção comum. Jacó declara que Manassés e Efraim teriam direito à sua herança, adotando-os como seus próprios filhos.

 

Vamos ler o que diz Gênesis 48:1–5:

“Depois dessas coisas, disseram a José: ‘Eis que teu pai está enfermo.’ Então tomou consigo os seus dois filhos, Manassés e Efraim.
E anunciaram a Jacó: ‘Eis que teu filho José vem a ti.’ Israel esforçou-se e assentou-se sobre a cama.

Jacó disse a José: ‘O Deus Todo-Poderoso apareceu-me em Luz, na terra de Canaã, e me abençoou. E me disse: Eis que te farei fecundo e te multiplicarei, e farei de ti uma multidão de povos; e darei esta terra à tua descendência depois de ti, como possessão perpétua.’

‘Agora, pois, os teus dois filhos, que te nasceram na terra do Egito antes de eu vir a ti, são meus; Efraim e Manassés serão meus, como Rúben e Simeão.’”

 

É impressionante perceber que Jacó, mesmo enfermo e próximo da morte, estava fraco fisicamente, mas forte espiritualmente.

 

E você, como está espiritualmente?
Fraco ou forte?

 

Lembramos de um cântico simples da infância: “Com Cristo no barco, tudo vai muito bem.” Já pensou que Cristo está no mesmo barco que você? Deus caminha com você. Você foi selado pelo Espírito Santo. Portanto, não viva na fraqueza. Como o Senhor disse a Josué: “Seja forte e corajoso.” Permaneça firme na presença do Senhor.

 

A partir daquele momento, Manassés e Efraim passam a ter direito à herança de Jacó. Isso nos ensina algo poderoso: Deus não está limitado às tradições humanas ou às regras culturais. Ele faz o que quer, quando quer e com quem quer. Durante a bênção, José tenta corrigir a posição das mãos de Jacó, mas Jacó afirma com convicção que aquilo vinha da direção de Deus.

 

E você?
Quando Deus lhe direciona a fazer algo, você tem convicção de que é Ele quem está falando?

 

Outro ponto importante são os marcos espirituais. Jacó relembra sua experiência com Deus em Luz, reafirma a promessa e declara que o Senhor continua presente ali, naquele momento.

Quais são os seus marcos espirituais? Como tem sido sua caminhada com Deus?

Você o vê como um ser distante, como muitas vezes a religiosidade apresenta, ou como um Pai próximo, acessível, amoroso?

 

Ao observar a adoção de Manassés e Efraim por Jacó, somos levados a refletir sobre a adoção que Deus fez de cada um de nós. Pela graça, Ele nos tornou seus filhos. No entanto, Deus nos concede o direito de escolher: aceitar ou não esse relacionamento, chamá-lo ou não de Pai.

Por isso, hoje deixo um convite a você:

Olhe para Deus e perceba tudo o que Ele já fez em sua vida.

As bênçãos do Senhor não vêm por nossos méritos, mas pela graça bendita do Deus eterno, que nos ama, nos criou à Sua imagem e semelhança, nos perdoa, cuida de nós e permanece conosco.

 

Vamos orar, glorificar e exaltar o nome do Senhor, crendo que Ele tem promessas grandiosas para cada um de nós. Deus está fazendo algo extraordinário no mundo — e também na sua vida.

 

Glorifique ao Senhor. Reconheça quem esteve ao seu lado o tempo todo:
Pai Celestial, Pai Eterno, Deus forte — ou simplesmente, como Jesus nos ensinou a dizer: Pai Nosso.

 

Que o poder do Senhor e a herança que vem d’Ele estejam sobre a sua vida e sobre a vida da sua família, em Cristo Jesus.


Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

ENTRE O EGITO E CANAÃ: NÃO PERCA A SUA IDENTIDADE - - - Between Egypt and Canaan: Don't lose your identity.

 


ENTRE O EGITO E CANAÃ:

NÃO PERCA A SUA IDENTIDADE!

 

Você gosta de pagar impostos?

 

Eu, por exemplo, confesso que pagaria impostos com muito mais satisfação se aquilo que fosse arrecadado retornasse à sociedade em forma de segurança, saúde, educação e cuidado com os mais vulneráveis. Se o Estado cumprisse plenamente o seu papel, pagar impostos seria quase um gesto de alegria. No entanto, nem sempre essa é a realidade.

 

Hoje eu não quero conversar com você sobre democracia, política ou modelos de Estado. Estamos na Caminhada Bíblica, e a nossa reflexão parte do capítulo 47 do livro de Gênesis.

 

Nesse capítulo, encontramos José exercendo o cargo de governador do Egito. Um homem que, orientado por Deus, preparou o Estado para enfrentar anos de extrema escassez. Durante o período de fartura, o Egito armazenou cereais, organizou seus celeiros e criou um plano de longo prazo para atravessar o tempo de crise. Foram anos de planejamento, visão e responsabilidade.

 

É impressionante perceber que isso aconteceu há mais de quatro mil anos, enquanto, ainda hoje, muitos governantes encontram dificuldade em planejar o futuro. José nos ensina que Deus é um Deus de planejamento, de ordem e de provisão. E mais: Deus usa pessoas íntegras, obedientes e tementes a Ele para fazer diferença em contextos complexos.

 

Não é à toa que o salmista declara: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor.”

 

A fome chega com força. Canaã é duramente atingida, e o Egito também passa por grandes dificuldades. A população, em busca de sobrevivência, entrega primeiro seus animais ao Estado em troca de alimento. Depois, entrega também suas terras. O governo se torna centralizador, e, por fim, o povo, voluntariamente, se submete como servo de Faraó para garantir o sustento.

 

É um cenário triste: um povo faminto, sem esperança, confiando em um Estado forte e autoritário como última alternativa de sobrevivência.

 

No meio de tudo isso, há um contraste marcante: Jacó e sua família.

 

Cerca de setenta pessoas chegam ao Egito e se estabelecem na terra de Gósen. Ali eles crescem, prosperam e se multiplicam. Jacó viveu dezessete anos no Egito até a sua morte. No entanto, algo chama muito a atenção: eles não se misturaram. Mantiveram sua identidade, sua fé e seu compromisso com Deus.

 

Eles sabiam quem eram. Sabiam de onde vinham. Sabiam para onde estavam indo.

 

Jacó nunca perdeu o amor pela terra das suas origens. E isso nos ensina algo profundo: nunca se esqueça de onde você veio. Você pode até decidir para onde vai, mas não pode apagar suas origens. Quem esquece de onde veio acaba se esquecendo de quem realmente é.

 

Nos versículos 27 a 31 do capítulo 47, vemos Jacó, já próximo da morte, chamando seu filho José e fazendo um pedido solene:

Peço que não me sepulte no Egito. Quando eu descansar com meus pais, leve-me daqui e sepulte-me na sepultura deles.”

 

Jacó sabia que o Egito não era o seu destino final. Deus havia permitido a ida para o Egito, mas a promessa não era o Egito — era Canaã. Gósen foi lugar de provisão, crescimento e cuidado, mas não era o lugar definitivo.

 

De forma consciente, planejada e cheia de fé, Jacó reafirma sua identidade e sua esperança. Ele viveu no Egito, prosperou no Egito, mas não pertencia ao Egito.

 

Isso nos leva a uma reflexão pessoal e espiritual:
👉 Você sabe qual é a sua origem?

👉 Você sabe para onde está caminhando?

Há um antigo cântico cristão que diz: “Caminhando eu vou para Canaã; para trás eu não olho, para trás não volto mais.”

Vivemos neste mundo, trabalhamos, pagamos impostos, enfrentamos crises, mas não podemos perder a nossa identidade como filhos e filhas de Deus. Nossa pátria definitiva não é o Egito deste mundo, mas a Canaã celestial.

 

Que vivamos com responsabilidade onde Deus nos plantou, mas com o coração firmado nas promessas eternas. Que não percamos nossa fé, nossos valores e nossa identidade. Que caminhemos na presença do Pai, em amor, submissão e obediência, vivendo experiências grandiosas com o Senhor.

 

Que o seu dia seja maravilhoso e ricamente abençoado. 🙏

 

Cláudio Eduardo M Costa

Pastor

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

UM ENCONTRO QUE TRAZ UM RENOVO! - A MEETING THAT BRINGS RENEWAL!

 


UM ENCONTRO QUE TRAZ UM RENOVO!

 

Talvez você tenha recebido muitos presentes, e isso é motivo de alegria. Mas quem recebe presente também é convidado a oferecer um presente. E aqui não falo apenas das trocas típicas das celebrações, mas do presente dos presentes: Jesus Cristo, Senhor e Salvador das nossas vidas. Ele é o presente enviado dos céus, dado por Deus à humanidade para nos trazer perdão, salvação e vida eterna.

 

Seguimos firmes na nossa Caminhada Bíblica, acompanhando a história de Jacó, José e de toda a família de Jacó — aquele homem que teve o seu nome transformado em Israel após uma experiência profunda com Deus. Um encontro que mudou sua identidade e marcou sua trajetória, e que continua produzindo frutos ao longo da história do povo de Deus.

 

Chegamos ao capítulo 46 de Gênesis, e nossa ênfase recai sobre os versículos que narram o reencontro entre José e Jacó. A Bíblia nos mostra que existem encontros que transformam destinos, encontros que mudam nossa visão da vida, de Deus, de nós mesmos e do propósito que carregamos. São encontros em que Deus cura feridas, restaura corações e renova a esperança.

 

O perdão do Senhor nos alcança e nos ensina a perdoar. O amor de Deus nos alcança e nos capacita a amar. Porque Deus é amor, e quando somos alcançados por esse amor, somos chamados a expressá-lo em nossas relações, como testemunho vivo da graça que recebemos.

 

Contextualizando a narrativa: Jacó recebe o convite para ir morar no Egito. O próprio Faraó envia carruagens, provisões e recursos. Diante dessa grande decisão, Jacó busca a direção do Senhor. Deus então lhe responde: “Pode ir, porque Eu estarei com você.” O Senhor reafirma Sua promessa: faria de Jacó uma grande nação, um povo que faria diferença no mundo.

 

José, por sua vez, escolhe a terra de Gósen para acolher sua família — um lugar de provisão, cuidado e proteção. O texto nos diz que Jacó envia Judá à frente, como mensageiro. É como se dissesse: “Avise que estamos chegando, mas não estamos sozinhos; estamos chegando sob a direção do Senhor.”

 

O reencontro entre Jacó e José, depois de mais de vinte anos — quando Jacó acreditava que seu filho estivesse morto — é profundamente comovente. A Bíblia relata um abraço marcado por lágrimas. Não lágrimas de dor, mas de alegria, de restauração, de cumprimento da promessa. São lágrimas que revelam o cuidado de Deus e a manifestação da Sua glória na história daquela família.

 

As lágrimas de José não são sinal de fraqueza, mas expressão de um coração restaurado. José tinha um lugar especial no coração de Jacó, pois era filho de Raquel, a mulher que ele amou profundamente. Foram anos de perda e silêncio, mas aquele momento não era para acusações nem para reviver feridas. Era tempo de graça. No abraço, Jacó declara: “Agora já posso morrer, pois os meus olhos te viram; você está vivo.”

 

Esse encontro vai muito além de uma simples viagem de Canaã para o Egito. Trata-se da restauração da identidade do povo de Deus. E essa identidade é reafirmada na orientação de José aos seus irmãos: quando o Faraó perguntasse quem eles eram, deveriam responder com clareza — “Somos pastores.” Não se tratava apenas de profissão, mas de identidade.

 

O povo do Egito não via com bons olhos os estrangeiros, e ali poderiam surgir discriminação e rejeição. Mesmo assim, José ensina algo fundamental: não negociem a identidade para sobreviver. Vocês são quem Deus diz que vocês são.

E essa palavra ecoa até nós hoje.

Qual é a sua identidade?

 

As Escrituras afirmam que somos cidadãos do céu. Vivemos nesta terra, mas pertencemos a um Reino eterno. Somos filhos de Deus, chamados a viver para a glória do Senhor e a anunciar que Jesus Cristo é Salvador e Senhor.

 

Carregamos algo precioso: a presença do Espírito Santo de Deus, que nos guia, orienta e acompanha. Assim como o Senhor prometeu a Jacó: “Eu estarei com vocês.” Ele continua fiel às Suas promessas.

 

Neste tempo em que celebramos o Natal, talvez não saibamos a data exata do nascimento de Jesus — e isso não é o mais importante. O essencial é que Jesus veio ao mundo, nasceu, viveu entre nós e deseja reinar em nossas vidas. Ele continua trazendo perdão, transformação e esperança.

 

Portanto, sigamos confiando no Senhor. Caminhemos com identidade, com fé e com coragem. Mesmo em meio às lágrimas, podemos declarar que o Deus da promessa permanece presente em nossa história. Onde Deus está, há segurança. Onde Deus está, há promessa.

 

Que o seu dia seja abençoado. Continue celebrando, pois Jesus Cristo nasceu, trouxe salvação e nos chama a viver para Ele.

 

Deus te abençoe.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor



quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Pergunta para Deus! - Ask God!

 


Pergunta para Deus!

 

— Quando você está em dúvida, costuma perguntar a Deus o que fazer ou o que deixar de fazer?

É curioso perceber como, muitas vezes, na tentativa de aliviar a ansiedade ou confiando excessivamente em nossa própria capacidade, acabamos tomando decisões precipitadas, que mais tarde geram arrependimento.

 

A Palavra de Deus nos ensina que decisões importantes precisam ser levadas à presença do Senhor. E a história de Jacó nos ajuda muito a refletir sobre isso.

 


Uma decisão difícil diante de uma promessa

 

Jacó estava em Canaã, a terra da promessa. Sua família havia crescido significativamente — cerca de setenta pessoas. Ele já não era mais o jovem que havia fugido de seu irmão Esaú; agora era um homem próspero, com filhos, servos e bens.

 

José, seu filho amado, estava no Egito. Mais de vinte anos haviam se passado desde o dia em que Jacó acreditou que José estivesse morto. Agora, surge uma nova realidade: José está vivo, governa no Egito e convida toda a família para morar ali, em um tempo de fartura.

 

A pergunta que surge é profunda:
Permaneço em Canaã, a terra da promessa, ou desço ao Egito para reencontrar meu filho e garantir sustento à família?

 

Faraó envia carruagens e recursos para conduzir Jacó e sua família. A decisão não era simples. Havia promessas, afetos, medos e responsabilidades envolvidos.

 


Jacó faz o que todo servo de Deus deve fazer

 

Diante desse dilema, Jacó não age por impulso. Ele busca o Senhor.
Ao chegar a Berseba, oferece sacrifícios a Deus e clama por direção.

 

Deus, então, fala com Jacó por meio de uma visão noturna, conforme registrado em Gênesis 46:1–4. O Senhor o chama pelo nome e diz para que não tenha medo de descer ao Egito, pois ali Ele faria de Jacó uma grande nação. Mais do que isso: Deus afirma que iria com ele e que, no tempo certo, o faria voltar.

Que promessa extraordinária!

 


Deus conhece nossos medos, mesmo quando não os verbalizamos

 

Jacó não diz que estava com medo, mas Deus sabia.
O Senhor conhece nossos pensamentos, intenções e sentimentos mais profundos. Por isso, Ele diz: “Não tenha medo.”

 

Essa palavra não foi apenas para Jacó. Ela ecoa hoje para mim e para você.
Não tenha medo de obedecer. Não tenha medo de confiar. Não tenha medo de caminhar com Deus.

 

Mudanças, novos ciclos, decisões importantes e passos de fé sempre trazem insegurança. Mas Deus conhece nossos medos e nos convida a lançar sobre Ele toda a nossa ansiedade.

 


O Deus que envia é o Deus que acompanha

 

Deus não apenas disse a Jacó para ir ao Egito. Ele afirmou:
“Eu irei com você.”

 

Esse é um dos aspectos mais lindos dessa história. Deus não nos envia sozinhos. Ele vai conosco. Onde Deus está presente, há cuidado, sustento e direção.

 

Jacó obedece, desce ao Egito e vê o cumprimento das promessas de Deus não apenas em sua vida, mas também na vida de sua descendência. Aquela família de cerca de setenta pessoas se tornaria, no futuro, uma grande nação.

 


As promessas que atravessam gerações

 

Ao refletirmos sobre essa história, especialmente neste tempo de Natal, somos lembrados de que as promessas de Deus atravessam gerações.

Da descendência de Abraão, Isaque e Jacó vem Jesus Cristo, o Salvador.

Quando olhamos para o povo de Israel no Egito e para a libertação que viria depois, já enxergamos ali a sombra do Cordeiro de Deus, que um dia daria Sua vida para salvar a humanidade.

 


Confie, obedeça e caminhe com Deus

Assim como Deus fez promessas a Jacó, Ele continua fazendo promessas ao Seu povo hoje.
Precisamos buscá-Lo na Palavra, ouvir Sua voz e confiar em Sua direção.

Deus fala.
Deus confirma.
Deus acompanha.

O Deus em quem cremos é o Deus que cria, promete e cumpre.

 


Uma mensagem para o Natal

 

Ao celebrar o Natal, lembre-se de convidar o aniversariante — Jesus Cristo, o Senhor — para estar no centro da sua casa, da sua família e das suas decisões.

Não tenha medo de obedecer à voz do Senhor.
Caminhe com Deus.
Confie em Suas promessas.

 

Feliz Natal!
Que o Senhor abençoe poderosamente a sua vida e a sua família.

 

Cláudio Eduardo M Costa

pastor

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

O PERDÃO TRAZ CURA! Forgiveness brings healing!

 

O PERDÃO TRAZ CURA!

 

Quero começar refletindo com você sobre como Deus age em nossa vida por meio do perdão. Muitas vezes, carregamos dentro de nós sentimentos que nos fazem muito mal: rancor, ódio, mágoa e amargura. Tudo isso adoece a alma. No entanto, o amor de Deus tem um poder extraordinário de cura, porque fomos alcançados pelo perdão do Senhor. E, da mesma forma que o perdão de Deus nos alcançou, quando o liberamos, ele também gera cura em nossa vida.

 

Hoje estamos lendo o livro de Gênesis, no capítulo 45, e continuamos refletindo sobre a história de José. José foi rejeitado, traído por seus próprios irmãos, vendido como escravo, lançado na prisão e sofreu durante anos. Mesmo assim, Deus esteve presente em cada etapa da sua jornada. O Senhor permaneceu fiel e manifestou Sua graça salvadora na vida de José.

 

Depois de todo esse processo, chega o momento em que José precisa se revelar aos seus irmãos. Ele já havia percebido mudanças profundas: arrependimento, amadurecimento e transformação no coração deles. Então, José declara: “Eu sou José”. A Bíblia nos diz que ele começou a chorar, e seu choro foi tão intenso que todos ouviram. Mas aquele não era um choro de vingança; era um choro de cura. Era o choro de alguém que foi tratado por Deus antes de ser usado por Ele, alguém que compreendeu profundamente o significado do perdão.

 

José então libera perdão sobre seus irmãos. Ele os abraça, chora com eles e demonstra amor. O texto nos convida a observar essa cena poderosa de reconciliação, descrita nos versículos 12 a 15 do capítulo 45: José se lança ao pescoço de Benjamin, chora, beija todos os seus irmãos e, finalmente, eles voltam a conversar. Que imagem linda de restauração, graça e perdão!

 

Os irmãos de José jamais imaginaram o que Deus estava preparando para eles. José, por sua vez, decidiu deixar o passado para trás, viver o presente e olhar para o futuro. Ele precisava de cura, e essa cura veio por meio do perdão. Seus irmãos ficaram paralisados pelo medo, mas José não os julgou; ele ofereceu graça. José escolheu perdoar.

 

Ao refletir sobre essa experiência, surge uma pergunta inevitável: de que maneira temos enxergado o mundo à nossa volta? Como temos interpretado as bênçãos, as dificuldades, as dores e as alegrias da vida? José disse aos seus irmãos: “Agora, pois, não fiquem tristes nem irritados contra vocês mesmos, porque foi para a preservação de vidas que Deus me enviou adiante de vocês.” Ele não romantizou o sofrimento, nem negou a dor. José reconheceu a soberania de Deus acima de todo o mal.

 

Ele entendeu que Deus é poderoso para redimir uma história, ajustar caminhos e transformar aquilo que foi usado para ferir em instrumento de salvação. Por isso, não desperdice seu tempo guardando mágoas. Não viva olhando apenas para o retrovisor da vida. Olhe para o para-brisa: à frente há novos caminhos, novos propósitos e novas oportunidades que Deus deseja revelar.

 

Você consegue perdoar quem te feriu?

Consegue enxergar a ação de Deus em todas as circunstâncias, sejam elas boas ou ruins?

 

José nos ensina que os planos de Deus não ficam presos ao passado nem à dor. O plano de Deus passa pelo perdão.

 

O próprio Jesus nos ensinou isso ao dizer: “Perdoa-nos os nossos pecados, assim como temos perdoado aqueles que nos ofenderam.” Muitas vezes desejamos intensamente o perdão de Deus, mas esquecemos que esse perdão deve ser vivido e praticado.

 

Estamos próximos do final de mais um ano. Este é um tempo oportuno para avaliação, reflexão e decisão. Se há alguém que você precisa perdoar, perdoe. O maior beneficiado quando liberamos o perdão somos nós mesmos. José escreveu sua história com Deus e nos deixou um exemplo extraordinário: ele conseguiu amar e perdoar aqueles que o venderam como escravo.

Isso nos faz lembrar o quanto Deus nos ama. Ele se fez homem na pessoa de Jesus Cristo, e o próprio Jesus, na cruz, clamou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” Se hoje sabemos o que estamos fazendo, confessemos nossos pecados ao Senhor e supliquemos Seu perdão, lembrando sempre: não há espaço para a falta de perdão no coração de um cristão.

 

Que o seu dia seja repleto da presença do Senhor. Aproveite cada oportunidade que Deus lhe concede. Que o Deus eterno, todo-poderoso, abençoe a sua vida e a sua família.

 

Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

POR QUE VOCÊS PAGARAM O BEM COM O MAL? Why did you repay good with evil?

 


POR QUE VOCÊS PAGARAM

O BEM COM O MAL?

(Gênesis 44)

É uma grande alegria quando podemos não apenas estudar a Palavra de Deus, mas também compartilhá-la com outras pessoas. Estamos caminhando pelo livro de Gênesis, nessa jornada com o Deus que cria, promete e cumpre.

Há alguns dias temos refletido sobre a história de José — não apenas sobre ele e seus irmãos, mas, sobretudo, sobre a maneira extraordinária como Deus trabalhou em sua vida. Foram treze anos marcados por escravidão e prisão até que José se apresentasse diante de Faraó para interpretar o seu sonho. Agora, passados mais de vinte anos desde sua venda como escravo, seus irmãos chegam ao Egito em busca de mantimento, pois a escassez era grande, muito grande.

Eles não reconhecem José. Não percebem que aquele homem poderoso, governador do Egito, é o irmão que um dia rejeitaram.

Chegamos, então, ao capítulo 44, um texto profundo, emocionante e confrontador. Aqui, Deus não está apenas conduzindo os acontecimentos para revelar José aos seus irmãos; Ele está provando o coração de cada um deles.

Nos versículos iniciais, lemos que José ordena ao administrador de sua casa que encha os sacos de mantimento, devolva o dinheiro e coloque o seu cálice de prata no saco do mais novo, Benjamim. Logo depois, ao mandar seus irmãos de volta, José envia o administrador atrás deles com a pergunta incisiva:
“Por que vocês pagaram o bem com o mal?”

É importante observar que os irmãos de José não sabiam de nada do que estava acontecendo. Tudo fazia parte do plano de José. Ele desejava ensinar uma última e decisiva lição àqueles homens que, no passado, o venderam como escravo e desejaram sua morte. Agora, ironicamente, eles dependiam da misericórdia daquele a quem haviam ferido.

Quando são trazidos de volta, o desespero toma conta deles. A pergunta que paira no ar é inevitável:
👉 Eles abandonariam Benjamim no Egito ou demonstrariam que haviam mudado?

É nesse momento que a atitude de Judá nos chama profundamente a atenção. O mesmo Judá que antes consentiu na venda de José agora se levanta, se oferece como substituto do irmão e assume a culpa. Ele deseja proteger Benjamim a qualquer custo e demonstra preocupação genuína com a dor de Jacó, seu pai, que já sofrera demais com a perda de José — e que agora corria o risco de perder também Benjamim, ambos filhos de Raquel.

Judá mudou.
Mudou de atitude. Mudou de comportamento. Seu coração havia sido transformado.

Isso nos leva a uma reflexão inevitável:
Quando enfrentamos dificuldades e somos pressionados pelas circunstâncias, nós mudamos?
Crescemos espiritualmente ou voltamos a velhos pecados?
Somos capazes de assumir responsabilidades?
Estamos dispostos a abrir mão do conforto pelo bem do outro?

Gênesis 44 nos apresenta um retrato claro do arrependimento verdadeiro. Mostra-nos um Deus que trabalha no coração das pessoas, muitas vezes sem que elas percebam. José não está sendo cruel; ele está sendo instrumento nas mãos do Senhor para restaurar uma família quebrada.

Por isso, a pergunta final é pessoal e direta:
👉 Como está o seu relacionamento com a sua família?
👉 De que maneira você tem enxergado o mundo à sua volta?
👉 Você tem se permitido ser instrumento nas mãos de Deus?

Este capítulo nos ensina que Deus transforma o coração de homens e mulheres para que, dia após dia, cresçam em santidade diante d’Ele. Se há algum pecado, alguma área endurecida em seu coração, coloque-se hoje diante do Senhor. Viva a experiência libertadora do arrependimento e permita que Deus trabalhe em sua vida, assim como trabalhou na vida de José, de seus irmãos e, de maneira tão clara, na vida de Judá.

Que não permitamos que nada prejudique nossa comunhão e nossa intimidade com o Deus eterno e todo-poderoso. Nossa vida é o altar do Senhor, lugar de adoração, exaltação e entrega Àquele que é digno de toda honra, toda glória e todo louvor.

Como nos lembra o apóstolo Paulo: “Vocês não sabem que são templo do Espírito Santo?”
Portanto, vamos remover tudo aquilo que nos afasta de Deus e das pessoas, e buscar viver em unidade e amor, pois é para isso que fomos chamados.

Que o bom Deus abençoe poderosamente a sua vida e a sua família.


Cláudio Eduardo M. Costa
Pastor

OFERTAS QUE NASCEM DO CORAÇÃO! — Êxodo 25 — Offerings that come from the heart! — Exodus 25

  OFERTAS QUE NASCEM DO CORAÇÃO!   Êxodo 25   — Qual é o critério que você usa para ofertar? — Como Deus tem trabalhado na sua vida p...